quinta-feira, 23 de outubro de 2014

O Brasil sob o regime militar

Os militares (seu regime) fizeram a maior Revolução Industrial do século XX. Pegaram um país com o 45º PIB do mundo e, 21 anos depois, entregaram aos civis com o 10º(décimo) PIB mundial. 
Outras coisinhas que os militares fizeram (tire suas conclusões):
Ø Criação de 13 milhões de empregos;
Ø A Petrobrás aumenta a produção de 75 mil para 750 mil barris/dia de petróleo;
Ø Estruturação das grandes construtoras nacionais;
Ø PIB de 14%;
Ø Construção de 4 portos e recuperação de outros 20;
Ø Criação da Eletrobras;
Ø Criação da Nucleobras e subsidiária;
Ø Criação da Embratel e Telebras;
Ø Usina Angra I e Angra II;
Ø Indústria aeronáutica, naval, bélica e automotiva;
Ø É restabelecida a autoridade por 21 anos;
Ø Pró-alcool (95% dos carros no país);
Ø Construída as maiores usinas do MUNDO: Tucuruí, Ilha Solteira, Jupiá e Itaipú;
Ø Exportações crescem de 1,5 bilhões de dólares para 37 bilhões;
Ø Rede Asfaltada de 3mil para 45 mil KM;
Ø Redução da inflação de 100% ªª para 12% ªª, sem controle do preço* e sem massacre do funcionalismo público;
Ø Fomento e financimento de pesquisa: CNPq, FINEP e CAPES;
Ø Cursos de mestrado e doutorado;
Ø INPS, IAPAS, DATAPREV, LBA, FUNABEM;
Ø FUNRURAL;
Ø Programa de merenda escolar e alimentação do trabalhador;
Ø Criação de várias Universidades
Ø Criação do FGTS, PIS, PASEP;
Ø Criação da EMBRAPA (70 milhões de toneladas de grãos);
Ø Duplicação da rodovia Rio Juiz de Fora e da Via Dutra;
Ø Criação da EBTU;
Ø Implementação do Metrô em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza;
Ø Criação da INFRAERO, proporcionando a criação e modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);
Ø Implementação dos Pólos Petroquímicos em São Paulo (Cubatão) e na Bahia (Camaçari);
Ø Prospecção de Petróleo em grandes profundidades na bacia de Campos;
Ø Construção do Porto no Maranhão;
Ø Construção dos maiores estádios, ginásios, conjuntos aquáticos e complexos desportivos em diversas cidades e universidades do país;
Ø SNI;
Ø Polícia Federal;
Ø Código Tributário Nacional;
Ø Código de Mineração;
Ø Zona Franca de Manaus;
Ø IBDF Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal;
Ø Conselho Nacional de Poluição Ambiental;
Ø Reforma do TCU;
Ø Estatuto do Magistério Superior;
Ø INDA Instituto de desenvolvimento agrário;
Ø Criação do banco Central (DEZ64);
Ø SFH Sistema Financeiro habitacional;
Ø BNH Banco Nacional de Habitação;
Ø Construção de 4 milhões de moradias;
Ø Regulamentação do 13º salário;
Ø Banco da Amazônia;
Ø SUDAM;
Ø Reforma Administrativa, Agrária, Bancária, Eleitoral, habitacional, Política e Universitária;
Ø Ferrovia da soja;
Ø Rede Ferroviária ampliada de 3mil e remodelada para 11 mil KM;
Ø Frota mercante de 1 para 4 milhões de TDW;
Ø Corredores de exportações de Vitória, Santos, Paranaguá e Rio Grande;
Ø Matriculas do ensino superior de 100 mil em 1964 para 1,3 milhões em 1981;
Ø Mais de 10 milhões de estudantes nas escolas (que eram realmente escolas);
Ø Estabelecimento de assistência médico sanitária de 6 para 28 mil;
Ø Crédito Educativo;
Ø Projeto RONDON;
Ø MOBRAL;
OBRAS DE GRANDE IMPACTO PARA O DESENVOLVIMENTO DO PAÍS
  1. CENTENAS DE PONTES
Dentre tantas, a nossa Ponte Rio Niterói, construída entre 1969 e 1974.
(fotos de 001 a 004)
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O conceito de seu projeto remonta a 1875, visando a ligação entre os dois centros urbanos vizinhos, separados pela baía de Guanabara ou por uma viagem terrestre de mais de 100 km, que passava pelo município de Magé. À época havia sido concebida a construção de uma ponte e, posteriormente, de um túnel.
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Entretanto, somente no século XX, em 1963, foi criado um grupo de trabalho para estudar um projeto para a construção de uma via rodoviária. Em 29 de Dezembro de 1965, uma comissão executiva foi formada para cuidar o projeto definitivo de construção de uma ponte.
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O Presidente Costa e Silva assinou decreto em 23 de Agosto de 1968, autorizando o projeto de construção da ponte, idealizado por Mário Andreazza, então Ministro dos Transportes, sob a gestão de quem a ponte foi iniciada e concluída.
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A obra teve início, simbolicamente, em 9 de Novembro de 1968, com a presença da Rainha da Grã-Bretanha, Elizabeth II e de Sua Alteza Real, o Príncipe Filipe, Duque de Edimburgo, ao lado do ministro Mário Andreazza. As obras tiveram início em Janeiro de 1969
  1. USINAS HIDRELÉTRICAS
Hidrelétrica de Itaipu (construída de 1971 a 1982)(fotos 005 a 007)
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A Usina Hidrelétrica de Itaipu Binacional é uma usina hidrelétrica binacional construída pelo Brasil e pelo Paraguai no rio Paraná, no trecho de fronteira entre os dois países, 14 quilômetros ao norte da Ponte da Amizade. A área do projeto se estende desde Foz do Iguaçu, no Brasil, e Ciudad del Este, no Paraguai, ao sul, até Guaíra (Brasil) e Salto del Guairá (Paraguai), ao norte. A potência instalada da Usina é de 14.000 MW (megawatts), com 20 unidades geradoras de 700 MW cada.
No ano 2000, a usina atingiu o seu recorde de produção de 93,4 bilhões de quilowatts-hora (kWh), sendo responsável pela geração de 95% da energia elétrica consumida no Paraguai e 24% de toda a demanda do mercado brasileiro.
Até o funcionamento em plena capacidade da Hidrelétrica de Três Gargantas na China, a usina de Itaipu é a maior hidrelétrica do mundo em potência instalada. Em capacidade de geração continuará sendo a mais importante, visto que o regime hidrológico do rio Paraná apresenta maior fluxo de água que o Rio Yangtzé.
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A energia gerada por Itaipu e destinada ao Brasil é transmitida pela empresa Furnas Centrais Elétricas S.A.
No município de Manoel Ribas - PR, através de uma subestação rebaixadora (750 kV/550 kV), chamada Ivaiporã, 15% da energia gerada por Itaipu é entregue à Eletrosul Centrais Elétricas S.A. Cabe à Eletrosul, entre outras funções, a transmissão desta energia às concessionárias do sul do Brasil e ao estado do Mato Grosso do Sul.
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Hidrelétrica de Tucuruí (1976 a 1984) (foto 008)
Usina Hidrelétrica de Tucuruí é a maior usina hidrelétrica 100% brasileira localizada a 400 km de Belém no estado do Pará, município de Tucuruí. Foi construída para a geração de energia elétrica e para tornar navegável um trecho do rio Tocantins cheio de corredeiras, ultrapassadas através de uma eclusa. A extensão total da barragem de terra tem 11 km.

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Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira (construída em 1978) (foto 009)
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A Usina Hidrelétrica Ilha Solteira é a maior usina da CESP e do Estado de São Paulo e a terceira maior usina hidrelétrica do Brasil. Está localizada no Rio Paraná, entre os municípios de Ilha Solteira (SP) e Selvíria (MS).
Em conjunto com a UHE Engenheiro Souza Dias (Jupiá), compõe o sexto maior complexo hidrelétrico do mundo.
Sua potência instalada é de 3.444,0 MW e tem 20 unidades geradoras com turbinas tipo Francis. A usina foi concluída em 1978
É uma usina com alto desempenho operacional que, além da produção de energia elétrica, é de fundamental importância para o controle da tensão e freqüência do Sistema Interligado Nacional
Sua barragem tem 5.605 m de comprimento e seu reservatório tem 1.195 km2 de extensão.
O Canal Pereira Barreto, com 9.600 m de comprimento, interliga os reservatórios da Usina Hidrelétrica Ilha Solteira e da Usina Hidrelétrica Três Irmãos, propiciando a operação energética integrada dos dois aproveitamentos hidrelétricos.
Hidrelétrica de Jupiá (inaugurada em 1974) (foto 010)
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Situada sobre o Rio Paraná, na intersecção com o Rio Sucuriú, no ponto chamado Jupiá, entre as cidades de Três Lagoas (Mato Grosso do Sul) e Castilho (São Paulo), a Usina Hidrelétrica Engenheiro Sousa Dias é a terceira maior usina hidrelétrica do Brasil.
A construção da Usina do Jupiá, como também é chamada, foi iniciada na primeira metade da década de 1960 e finalizada no ano de 1974, utilizando tecnologia inteiramente brasileira. Apesar de ter sido um projeto desenvolvido durante a ditadura militar, período marcado por obras faraônicas, a Usina Hidrelétrica Engenheiro Sousa Dias é relativamente eficaz em termos da área alagada e da destruição ambiental causada e da eletricidade ali produzida. Entre as três maiores usinas hidrelétricas do Brasil, perde somente para a maior, a Usina hidrelétrica de Itaipu, em termos de eficiência, ultrapassando a Usina hidrelétrica de Ilha Solteira.
PETROBRÁS S.A. (foto 011)
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A Petrobras - Petróleo Brasileiro S/A (BOVESPAPETROBRAS; NYSEPBR) é uma empresa estatal brasileira, de economia mista [2], que opera no segmento de energia, prioritariamente nas áreas de exploração, produção, refino, comercialização e transporte de petróleo e seus derivados no Brasil e no exterior, sediada no Rio de Janeiro. Seu lema atual é "Uma empresa integrada de energia que atua com responsabilidade social e ambiental".
CNPq
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (antigo Conselho Nacional de Pesquisa, cuja sigla já era CNPq e foi mantida ao mudar-se o nome da agência) é um órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) para incentivo à pesquisa no Brasil.
Fundado em 1951, o CNPq é uma instituição longeva. Por isso, é por ela mesma considerada das mais sólidas de sua área entre os países em desenvolvimento.
Seu objetivo inicial foi capacitar o Brasil a dominar o ciclo atômico, tema definido como de importância estratégica àquele momento. Porém, seu papel ampliou-se com o passar do tempo.
Até a criação do Ministério, o CNPq era o órgão que centralizava a coordenação da política nacional de ciência e tecnologia.
Hoje sua missão é promover o desenvolvimento científico e tecnológico e executar pesquisas. necessárias ao progresso social, econômico e cultural do País. As atividades são realizadas pelo planejamento e execução de atividades de fomento a ciência e tecnologia, principalmente pela concessão de bolsas e auxílios a pesquisadores e estudantes.
A sede do CNPq localiza-se na Asa Norte de Brasília. O CNPq tem muitos órgãos federais e até agências de fomento estrangeiras como parceiros.
FINEP
A Finaciadora de Estudos e Projetos, mais conhecida pela sigla FINEP, é uma empresa pública brasileira vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia. Foi criada em 24 de julho de 1967, para institucionalizar o Fundo de Financiamento de Estudos de Projetos e Programas, criado em 1965.
CAPES
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, mais conhecida pela sigla CAPES, é uma agência de fomento à pesquisa brasileira que atua na expansão e consolidação da pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) em todos os estados do Brasil. A sua característica distintiva, em relação às outras agências federais de fomento, como o CNPq e a FINEP, e às estaduais (das quais a principal é a paulista Fapesp), está na Avaliação Trienal que ela efetua de todos os cursos de pós-graduação do País. É a única entidade que tem tradição de determinar o descredenciamento (na prática, o fechamento) dos cursos que têm nota fraca ou deficiente. Seu atual presidente (desde 2004) é o bioquimico Jorge Almeida Guimarães e seu diretor de avaliação, o filósofo Renato Janine Ribeiro. A avaliação dos cursos de pós-graduação foi introduzida em 1976, pelo seu então diretor-geral (na época, o cargo máximo da agência, que depois se tornou fundação), o educador Cláudio de Moura Castro. Em 2007, uma nova lei atribuiu à Capes também o papel de estimular a formação de professores para o ensino básico, considerado o nível mais deficiente da educação brasileira.
DATAPREV
Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social) é uma empresa pública brasileira responsável pelo processamento dos dados da Previdência social no Brasil. Sua Administração Central está localizada no Distrito Federal. Possui unidades em todos os estados da federação, atualmente distinguidas entre regionais e de atendimento. Seus computadores de grande porte estão localizados nas sedes da unidades regionais de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.
Além disso, atualmente a Dataprev dispõe de quatro unidades de desenvolvimento de software: Unidade de Desenvolvimento Paraíba (UDPB), Unidade de Desenvolvimento Santa Catarina (UDSC), Unidade de Desenvolvimento Ceará (UDCE) e Unidade de Desenvolvimento Rio de Janeiro (UDRJ).
CRIADO EM: 1974
Se tiver jovem lendo até aqui será difícil acreditar. O texto é longo e acho, eles ficaram pelo caminho. Mas devo continuar!
  1. ESTÁDIOS E COMPLEXOS ESPORTIVOS
Estádio Rei Pelé – AL ( foto 012)
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Inaugurado em 1970
Estádio Vivaldo Lima (Vivaldão) – AM (foto 013)
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Inaugurado em 1970
Estádio Gov. Plácido Castelo (Castelão) – CE (foto 014)
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Inaugurado em 1973
Estádio Mané Garrincha – DF (foto 015)
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Inaugurado em 1974
Estádio Serra Dourada – GO (foto 016)
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Inaugurado em 1975
Estádio Universitário Pedro Pedrossian (Morenão) – MS (foto 017)
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Inaugurado em 1971
Estádio José Fragelli (o Verdão) – MT (foto 018)
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Inaugurado em 1976
Estádio Gov. Magalhães Pinto (Mineirão) – MG (foto 019)
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Inaugurado em 1965
Estádio Olímpico do Pará (Mangueirão) – PA (foto 020)
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Inaugurado em 1978
Estádio José Américo de Almeida Filho (Almeidão) – PB (foto 021)
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Inaugurado em 1975
Complexo Poliesportivo Pinheirão – PR (foto 022)
022
Inaugurado em 1985
Estádio Gov. Alberto Tavares Silva (Albertão) – PI (foto 023)
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Inaugurado em 1976
Estádio Lourival Batista (o Batistão) – SE (foto 024)
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Inaugurado em 1969
  1. PORTOS MARÍTMOS
Porto de Aratu – BA
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O Porto de Aratu é um porto brasileiro localizado no estado da Bahia, na baía de Todos os Santos, próximo à entrada do canal de Cotegipe, em frente à costa leste da ilha de Maré.
O porto é responsável por 60% de toda a carga movimentada em modal marítimo na Bahia, portanto possui grande importância para a economia da Bahia, pois serve como meio de escoamento da produção e da entrada de produtos para o Pólo Petroquímico de Camaçari, o Centro Industrial de Aratu (CIA) e o Complexo da Ford de Camaçari.
INAUGURADO EM 1975.
(foto 025)
Porto do Forno – Arraial do Cabo – RJ
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O Porto do Forno está localizado na extremidade norte da Praia dos Anjos, junto ao Morro da Fortaleza, no município de Arraial do Cabo, parte sudeste do litoral do Estado do Rio de Janeiro.
INAUGURADO: em 1972.
(foto 026)
Porto de Tubarão – ES
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O Porto de Tubarão é um porto brasileiro localizado na ponta do mesmo nome, na parte continental do município de Vitória, capital do Espírito Santo. É um terminal graneleiro do Porto de Vitória.
Inaugurado em 1966, é controlado pela Companhia Vale do Rio Doce. É o maior porto de exportação de minério de ferro do mundo e permite o acesso de navios de grande porte
INAUGURAÇÃO: 1966
(foto 027)
Porto de Itaqui – MA
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O Porto do Itaqui está localizado no interior da Baía de São Marcos e seu acesso hidroviário não conta com a formação de barra. O canal acesso possui profundidade natural mínima de 27 metros e largura aproximada de 1,8 Km.
(foto 028)
  1. USINAS NUCLEARES
Construídas com o objetivo de assegurar energia para o desenvolvimento além da aquisição da tecnologia.
Angra 1
Angra 1 é a primeira das usinas nucleares que deu origem à Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto

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Os reatores de potência são maiores e se destinam à produção de energia para a movimentação de navios, submarinos, usinas átomo-elétricas, etc. A primeira usina átomo-elétrica brasileira está situada na Praia de Itaorna, em Angra dos Reis, Rio de Janeiro. O programa nuclear brasileiro vive um paradoxo: gastou demais para ser desativado.
Em novembro de 1976, o Brasil assinou um acordo na Alemanha com a empresa KWU, do grupo Siemens, para a construção de oito reatores nucleares. Em vinte e dois anos, nenhum ficou pronto. A usina Angra 2, em Angra dos Reis-RJ, consumiu 5,8 bilhões de dólares e requer mais 1,2 bilhão para ser concluída. As obras foram retomadas em março de 1996 e deverão acabar, diz-se, em 1999. No total, serão 7 bilhões de dólares por um reator de 1300 megawatts que pode ser adquirido pronto, hoje, por 1,5 bilhão de dólares.
O grande inconveniente do processo de fissão está na produção de lixo radioativo, que deve ser armazenado adequadamente a fim de evitar qualquer tipo de contaminação do meio ambiente, com todas as conhecidas conseqüências para a vida dos seres humanos, animais e vegetais observadas em locais onde houve explosão de bombas atômicas.
Angra 2
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(foto 029 e 030)
IMBEL
A Indústria de Material Bélico (IMBEL) é uma empresa estatal brasileira, criada em 1975 e ligada ao Ministério da Defesa.
Seus objetivos são: colaborar no planejamento e na produção de material bélico, através da transferência de tecnologia; incentivar a instalação de novas indústrias e prestar assistência técnica e financeira a estas; administrar industrial e comercialmente seu próprio parque de material bélico; e promover o desenvolvimento de outras atividades relacionadas a seus objetivos.
EMBRAER
A Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. (Embraer) é uma empresa que fabrica aviões de pequeno e médio porte, para uso na aviação regional, executiva e agrícola, além de caças militares, aviões de sensoriamento remoto e para transporte de autoridades.
É a terceira maior indústria do setor no mundo[1], atrás da Boeing e Airbus, e uma das maiores companhias exportadoras do Brasil, em termos de valor absoluto desde 1999 e hoje também, a maior fabricante de jatos executivos em pedidos em carteira.
Sua sede localiza-se na cidade de São José dos Campos, interior do estado de São Paulo e possui diversas outras unidades, inclusive uma na China, a Harbin Embraer.
FUNDADA: EM 1969
Centro de Lançamentos de Alcântara – MA
A segunda base de lançamentos de foguetes do Brasil foi denominada de Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), foi criada em 1989 no estado do Maranhão. Destina-se a realizar missões de lançamentos de satélites e sedia os testes do Veículo Lançador de Satélites - (VLS). A base está situada na latitude 2°18’ Sul, tem uma área de 620 km² e o primeiro lançamento de um foguete foi em 1989.
O CLA foi criado como substituto do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), localizado no estado do Rio Grande do Norte, pois o crescimento urbano nos arredores do CLBI, não permitia ampliações da base.
Devido a sua proximidade com a linha do equador, o consumo de combustível para o lançamento de satélites é menor em comparação a outras bases de lançamento existentes.
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(foto 031)
Montadoras de Automóveis
CHEVROLET - No ano de 1968, a Chevrolet Brasil anuciou oficialmente o projeto do seu primeiro carros de passeio, o inesquecível e lendário Opala.
FORD – No ano de 1968 iniciou o projeto de lançamento de carro de passeio no Brasil.
FIAT -No Brasil, segundo o site da montadora, a FIAT está instalada desde 1973 em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e hoje lidera a produção e as vendas no mercado do país, tornando-se a mais importante unidade produtora fora da Itália.
  1. ESQUADRA BRASILEIRA
Na atualidade, a Esquadra brasileira encontra-se equipada com um navio-aérodromo, seis fragatas Classe Niterói modernizadas, três fragatas Classe Greenhalgh, quatro corvetas, um contratorpedeiro Classe Pará, dois navios-tanque, dois navios de desembarque-doca, um navio de desembarque de carros de combate, um navio de transporte de tropas, cinco submarinos, um navio-escola, um navio-veleiro e um navio de socorro submarino.
A esta força no mar, nos céus somam-se um Esquadrão de Aviões AF-1 (A-4 Skyhawk), um Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque, um Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarinos, cinco Esquadrões de Helicópteros de Emprego Geral e um Esquadrão de Helicópteros de Instrução.
Desde 1980 foi permitido a mulheres ingressarem na Marinha, em funções administrativas.
Navio Aerodromo São Paulo (foto 032)
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Lançado ao mar em 1957 foi incorporado em 2000 ao preço de 12 milhões de dólares
Fragatas Classe Niterói
F Niterói (F 40) – lançada ao mar em 1974 e incorporada em 1976 (foto 033)
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F Defensora (F 41) – Lançada ao mar em 1972 e incorporada em 1975 (foto 034)
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F Constituição (F 42) – Lançada ao mar em 1974 e incorporada em 1976 (foto 035)
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F Liberal – Lançada ao mar em 1975 e incorporada em 1976 (foto 036)
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F Independência (F 44) - Lançada ao mer em 1979 e incorporada em 1980 (foto 037)
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F União (F 45) – Lançada ao mar e incorporada em 1980 (foto 038)
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Fragatas Classe Greenhalg
F Greenhalg (F 46) – Lançada ao mar em 1976 e incorporada em 1996 (foto 039)
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F Dodsworth (F 47) – Lançada ao mar em 1978, incorporada em 1996 e baixada em 2004 (foto 040)
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F Bosísio (F 48) – Lançada ao mar em 1980 e incorporada em 1996 (foto 041)
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FD Rademaker (F 49) – Lançada ao mar em 1977 e incorporada em 1996 (foto 042)
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Meios Aéreos da Marinha
Aeronave Skyhawk AF-1 e AF-1A – Fabricados em 1973 e incorporados em 1990
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  1. OUTROS GIGANTES & REALIZAÇÕES
INFRAERO
A Infraero (sigla para Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) é uma empresa pública federal brasileira de administração indireta, vinculada ao Ministério da Defesa. Criada pela Lei nº 5862, em 12 de dezembro de 1972, a empresa é responsável pela administração dos principais aeroportos do país. No total, são 67 aeroportos, que movimentaram mais de 82 milhões de passageiros em 2003, e 81 unidades de apoio à navegação aérea. Obteve lucro líquido de 240 milhões de reais em 2004.
ELETROBRAS
Eletrobrás é uma empresa de economia mista e de capital aberto sob controle acionário do Governo Federal brasileiro e atua como uma holding, controlando empresas de geração e transmissão de energia elétrica.
Criada em 1962 para coordenar todas as empresas do setor elétrico, a reestruturação do setor reduziu as responsabilidades da empresa, com a criação da Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, do Operador Nacional do Sistema - ONS e da Câmara Comercializadora de Energia Elétrica - CCEE.
Tem como empresas subordinadas, entre outras:
Chesf
Eletrosul
Furnas
CGTEE
CEPEL
A Eletrobrás detém ainda 50% da Itaipu Binacional.
EMBRAPA
A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) é uma instituição pública brasileira vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, criada em 26 de abril de 1973, cujos objetivos são a produção de conhecimento científico e desenvolvimento de técnicas de produção para a agricultura e a pecuária brasileira.
Tem como missão viabilizar soluções para o desenvolvimento sustentável do espaço rural, com foco no agronegócio, por meio da geração, adaptação e transferência de conhecimentos e tecnologias, em benefício dos diversos segmentos da sociedade brasileira.
Atua com um sistema composto de 38 Centros de Pesquisa, três serviços e onze unidades centrais, estando presente em quase todos os Estados da Federação, com 8.619 empregados, dos quais 2.221 são pesquisadores, e um orçamento acima de 1 bilhão de reais anuais.
Está sob a sua coordenação o Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária-SNPA, constituído por instituições públicas federais, estaduais, universidades, empresas privadas e fundações, que, de forma cooperada, executam pesquisas nas diferentes áreas geográficas e campos do conhecimento científico.
Em termos de cooperação internacional, a Empresa mantém 68 acordos bilaterais de cooperação técnica com 37 países e 64 instituições, bem como acordos multilaterais com 20 organizações internacionais, envolvendo principalmente a pesquisa em parceria. Mantém ainda laboratórios para o desenvolvimento de pesquisa em tecnologia de ponta nos Estados Unidos, França e Holanda, além de um escritório em Gana para compartilhar conhecimento científico e tecnológico com o continente africano
FGTS
O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é constituído pelo total dos depósitos mensais que os empregadores depositam nas contas FGTS abertas na Caixa Econômica Federal em nome dos seus empregados, cuja finalidade é dar suporte financeiro aos trabalhadores, principalmente na hipótese de demissão sem justa causa, mas também em outra situações específicas.
Os recursos do FGTS são destinados ainda para aplicações nas áreas de habitação, saneamento e infra-estrutura.
PIS/PASEP
Programa de Integração Social, mais conhecido como PIS, é uma contribuição social de natureza tributária, devida pelas pessoas jurídicas, com objetivo de financiar o pagamento do seguro-desemprego e do abono para os trabalhadores que ganham até dois salários mínimos.
Quando foi instituído, o PIS tinha a finalidade de promover a integração do empregado na vida e no desenvolvimento das empresas, viabilizando melhor distribuição da renda nacional.
Atualmente o abono do PASEP (funcionários públicos) é pago no Banco do Brasil, enquanto que o abono do PIS (funcionários de empresas privadas) é feito na Caixa Econômica Federal.
POLÍCIA FEDERAL
Departamento de Polícia Federal (também chamada de DPF ou PF) é um órgão subordinado ao Ministério da Justiça, cuja função é, de acordo com a Constituição de 1988, exercer a segurança pública para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.
DATA DA DENOMINAÇÃO: 1967
EMBRAER (já mostrada)
A Embraer nasceu como uma iniciativa do governo brasileiro dentro de um projeto estratégico para implementar a indústria aeronáutica no país, em um contexto de políticas de substituição de importações.
Foi fundada no ano de 1969, e seu primeiro presidente foi o engenheiro Ozires Silva, que havia liderado o desenvolvimento do avião Bandeirante.
Inicialmente, a maior parte de seu quadro de pessoal formou-se pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) do Centro Técnico Aeroespacial (CTA). De certa maneira, a Embraer nasceu dentro do CTA.
No ano de 1980, houve uma fusão com a Indústria Aeronáutica Neiva, que se tornou sua empresa subsidiária.
Durante as décadas de 70 e 80, a Embraer conquistou importante projeção nacional e internacional com os aviões Bandeirante, Xingu e Brasília.
Atualmente a empresa encontra-se em ascendência, com muitos contratos de venda, e expandindo-se não somente em espaço físico, mas também em número de empregados, contando hoje cerca de 20.000 funcionários, dois quais aproximadamente doze mil são diretos e oito mil indiretos.
BANCO CENTRAL DO BRASIL
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O Banco Central do Brasil é autarquia federal integrante do Sistema Financeiro Nacional, sendo vinculado ao Ministério da Fazenda do Brasil. Assim como os outros bancos centrais do mundo, o brasileiro é a autoridade monetária principal do país, tendo recebido esta competência de três instituições diferentes: a Superintendência da Moeda e do Crédito (SUMOC), o Banco do Brasil e o Tesouro Nacional.
O Banco Central foi criado em 31 de dezembro de 1964, com a promulgação da Lei nº 4.595.
(foto 044)
BANCO DA AMAZÔNIA S/A
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Fundado durante a II Guerra Mundial por Getúlio Vargas sob o nome de Banco de Crédito da Borracha, o Banco da Amazônia S.A tinha como principal finalidade financiar o reaquecimento da extração de látex no Estado do Pará (O Segundo Ciclo da Borracha).
Em 1966 o governo militar muda seu nome para Banco da Amazônia S.A. ou simplesmente BASA. É a principal instituição financeira federal de fomento com a missão de promover o desenvolvimento da região amazônica. Possui papel relevante tanto no apoio à pesquisa quanto no crédito de fomento, respondendo por mais de 60% do crédito de longo prazo da Região. Presente principalmente nos estados da Amazônia Legal, cerca de 59% do território nacional, possuindo também agências nas seguintes capitais: Brasília, São Paulo, Rio de janeiro e Porto Alegre. É um banco estatal pertencente ao governo federal, com papéis sendo negociados na Bovespa. Opera com exclusividade o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) e ainda atende com outras fontes como: BNDES, Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), Fundo da Marinha Mercante, Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA), Orçamento Geral da União e recursos próprios. Sua sede é situada na Avenida Presidente Vargas, em Belém do Pará.
(foto 045)
SUDAM
O Sudam, é uma Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia. É uma extinta autarquia do governo federal do Brasil, criada no governo de Castelo Branco em 1966, com a finalidade de promover o desenvolvimento da região amazônica, criando incentivos fiscais e financeiros especiais para atrair investidores privados, nacionais e internacionais.
A SUDAM veio a substituir uma outra autarquia denominada Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia (SPVEA), criada por Getúlio Vargas em 1953. Também tinha o objetivo de desenvolver a região amazônica.
Em 24 de agosto de 2001, o presidente Fernando Henrique Cardoso, na medida provisória nº. 2.157-5, criou a Agência de Desenvolvimento da Amazônia (ADA), e extinguiu a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM), devido às inúmeras denúncias de corrupção envolvendo a organização.
Esta decisão foi tomada após várias críticas quanto à eficiência desta autarquia, passando a ser a responsável pelo gerenciamento dos programas relativos à Amazônia Legal.
REDE FERROVIÁRIA FEDERAL
046
A Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima (RFFSA) foi uma empresa estatal brasileira de transporte ferroviário, que cobria boa parte do território brasileiro.
dissolvida de acordo com o estabelecido no Decreto nº 3.277, de 7 de dezembro de 1999, alterado pelo Decreto nº 4.109, de 30 de janeiro de 2002, pelo Decreto nº 4.839, de 12 de setembro de 2003, e pelo Decreto nº 5.103, de 11 de junho de 2004, reunia 18 ferrovias regionais, e tinha como intuito promover e gerir o desenvolvimento no setor de transportes ferroviários. Seus serviços estenderam-se por 40 anos antes de sua desestatização, operando em quatro das cinco regiões brasileiras, em 19 unidades da federação.
A RFFSA existiu por 50 anos e 76 dias, sendo oficialmente extinta por força da MP nº 353, de 22 de janeiro de 2007, convertida na Lei Federal n° 11.483, de 31 de maio de 2007.
(foto 046) – Antiga sede da RFFSA em Juiz de Fora - MG
MOBRAL
O Movimento Brasileiro de Alfabetização (MOBRAL) foi um projeto do governo brasileiro, criado pela Lei número 5.379, de 15 de dezembro de 1967, e propunha a alfabetização funcional de jovens e adultos, visando "conduzir a pessoa humana (sic) a adquirir técnicas de leitura, escrita e cálculo como meio de integrá-la a sua comunidade, permitindo melhores condições de vida". Este movimento, mantido pelo governo federal durante a ditadura militar, visava a instrumentalizar o cidadão e torná-lo capaz de exercer sua cidadania. No entanto, o MOBRAL se limitou a alfabetizar de maneira funcional, não oferecendo uma formação mais abrangente, que capacitasse ao verdadeiro exercício da cidadania. Durante anos, jovens e adultos frequentaram as aulas do MOBRAL, sem atingir um nível aceitável de alfabetização ou letramento. A recessão econômica iniciada nos anos oitenta inviabilizou a continuidade do MOBRAL que demandava altos recursos para se manter. Seus Programas foram assim incorporados pela Fundação Educar.
RODOVIA TRANSAMAZÔNICA
A Rodovia Transamazônica (BR-230), projetada pelo general Emílio Garrastazu Médici (ditador de 1969 a 1974) sendo uma das chamadas "obras faraônicas" devida as suas proporções gigantescas, realizadas pelo regime militar, é a terceira maior rodovia do Brasil, com 2,300 km de comprimento, cortando os estados brasileiros de Pará e Amazonas, nasce na cidade de Cabedelo na Paraiba. É classificada como rodovia transversal. Em grande parte, a rodovia não é pavimentada.
Planejada para integrar melhor o Norte brasileiro com o resto do país, foi inaugurada em 30 de agosto de 1972. Inicialmente projetada para ser uma rodovia pavimentada com 8 mil quilometros de comprimento, conectando as regiões Norte e Região Nordeste do Brasil com o Peru e o Equador, não sofreu maiores modificações desde sua inauguração.
RODOVIA PRESIDENTE DUTRA
A Rodovia Presidente Dutra (BR-116, também SP-60 no estado de São Paulo) faz a ligação entre as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.
Possui extensão total de 402 km, no iniciando-se no Trevo das Margaridas, no Rio de Janeiro e terminando no acesso à Marginal Tietê, em São Paulo.
No estado do Rio de Janeiro, a rodovia tem extensão de 171 km, e no estado de São Paulo, 231 km.
A Via Dutra é considerada a rodovia mais importante do Brasil, não só por ligar as duas metrópoles nacionais, mas bem como atravessar uma das regiões mais ricas do país, o Vale do Paraíba e ser a principal ligação entre o Nordeste e o Sul do Brasil.
Durante a década de 1960 a pista é duplicada em vários trechos. Em 1967 é entregue a via duplicada em toda extensão, tornando-se a principal autopista brasileira.
Na década de 1970 o tráfego na Dutra é aliviado pela construção, pelo governo paulista, de uma via expressa entre São Paulo e Itaquaquecetuba, denominada de Rodovia dos Trabalhadores, ou Rodovia Ayrton Senna. Esta via é prolongada na década de 1990 até a cidade de Taubaté, sob o nome de Rodovia Governador Carvalho Pinto.
ZONA FRANCA DE MANAUS
A Zona Franca de Manaus (ZFM) é um modelo de desenvolvimento econômico implantado pelo governo brasileiro objetivando viabilizar uma base econômica na Amazônia Ocidental, promover a melhor integração produtiva e social dessa região ao país, garantindo a soberania nacional sobre suas fronteiras. A mais bem-sucedida estratégia de desenvolvimento regional, o modelo leva à região de sua abrangência (estados da Amazônia Ocidental: Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima e as cidades de Macapá e Santana, no Amapá) desenvolvimento econômico aliado à proteção ambiental, proporcionando melhor qualidade de vida às suas populaçõesO primeiro teve maior ascensão até o final da década de 80, quando o Brasil adotava o regime de economia fechada. O industrial é considerado a base de sustentação da ZFM. O Pólo Industrial de Manaus possui mais de 500 indústrias de alta tecnologia gerando mais de meio milhão de empregos, diretos e indiretos. O Pólo Agropecuário abriga projetos voltados à atividades de produção agroindústria, piscicultura, turismo, beneficiamento de madeira, entre outras.

SUGESTÃO DE COMBATE A GRANDES INCÊNDIOS

INCÊNDIO EM FLORESTAS, PROTEÇÃO DE NOSSAS MATAS E PRINCIPALMENTE DA AMAZÔNIA.

EXPONHO AQUI UMA IDEIA QUE POSSA SER ESPALHADA POR TODO BRASIL, PRINCIPALMENTE ENTRE OS BOMBEIROS E AS FORÇAS ARMADAS.

COMO AO APRESENTARMOS PLANOS AOS COMANDOS, A BUROCRACIA ESTRAGA TUDO, VAMOS VER QUEM VAI SER MAIS RÁPIDO E COLOCAR ESTE PLANOS EM PRÁTICA.

COPIEI DOS BOMBEIROS ALEMÃES. NÃO SERVE SÓ PARA APAGAR FOGO EM FLORESTAS E CAMPOS, SERVE TAMBÉM PARA GRANDES INCÊNDIOS EM COMUNIDADES OU FÁBRICAS, ETC.
 

ESPERO QUE ESTA IDEIA SEJA INICIADA DE IMEDIATO PELAS FORÇAS ARMADAS QUE POSSUEM HELICÓPTEROS PESADOS. BASTA UM ACORDO COM OS AEROPORTOS MILITARES E OS CORPOS DE BOMBEIROS MAIS PRÓXIMOS DA CATÁSTROFE.
 

A AERONÁUTICA JÁ POSSUI MAIS DA METADE DO EQUIPAMENTO (O HELICÓPTERO). É APENAS UM ACORDO E UMA ADAPTAÇÃO.

BASTA OBSERVAR AS FOTOS ABAIXO QUE COPIEI DO LIVRO "DIE FEUERWEHREN DER WELT (ganhei do próprio autor em 1981).

NO RIO DE JANEIRO, SE NÃO FOSSE A "AJUDA DE SÃO PEDRO" QUE MANDOU UMA CHUVA COPIOSA, TERÍAMOS PERDIDO A MATA ATLÂNTICA DE TERESÓPOLIS, PETRÓPOLIS, FRIBURGO, ITATIAIA E ETC. 

REPASSEM, COMPARTILHEM.
Asdrubal Da Silva Ortiz







Asdrúbal Da Silva Ortiz é Coronel BM RR, oficial da Reserva do CBMERJ e atual comandante do Corpo de Bombeiros Voluntários do Rio de Janeiro.
Fonte: Facebook

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Brasileiro começa a trocar TV pela internet

"É tudo sob demanda. A hora que eu preciso de alguma coisa na internet eu vou lá e busco. A TV ainda é muito forte, mas eu meus amigos estamos migrando para assistir a tudo no computador", conta Alex Sami de Arruda, corretor de seguros.

"A disponibilidade de estar conectado o tempo todo - e não é todo mundo que está online o tempo todo - pode interferir no tempo gasto", diz Liráucio Girardi Junior, prof. Sociologia / Cásper Líbero.
"A TV ainda permanece, mas será que a mesma TV, será que ela está sendo produzida do mesmo jeito? Acho que as pesquisas não vão muito a fundo nisso", afirma o professor.
"Na internet está tudo lá, gravado, e você vê a hora que quiser - seja por download ou online. Eu, por exemplo, uso muito a TV, mas para espelhar a tela do celular, ouvir som, espelhar a tela do cozinha do projeto em que trabalho", explica Márcio Salvo, tecnólogo.

"Acho que a TV tem uma utilidade maior do que assistir à programação", diz Alex Sami de Arruda, corretor de seguros.

"O audiovisual tem mesmo um impacto muto forte, que dá aquela sensação de 'eu vi na TV'. Isso impacta muito os consumidores de algumas classes, que às vezes têm aí sua única fonte de informação", analisa Liráucio Girardi Junior, prof. Sociologia / Cásper Líbero.

"Na TV aberta, os canais têm muita manipulação envolvendo o conteúdo. Aqui a gente tem mais liberdade de passar pelo crivo de avaliar se é ou não verdade e buscar um pouco mais de informação", diz Alex Sami de Arruda, corretor de seguros.

"Eu não acredito em tudo o que vejo na internet, principalmente nas redes sociais. Então eu vou buscar conteúdo para ver se é mesmo verídico", complea Márcio Salvo, tecnólogo.

Use o app PREY para recuperar seu Laptop, Tablet ou Celular roubado

O aplicativo Prey é uma solução de rastreamento para encontrar, travar e recuperar seu dispositivo quando ele é roubado ou perdido. Software de código aberto disponível em versões para Mac, Windows, Linux, iOS e Android, o Prey provê o controle total e remoto do dispositivo perdido, 24 horas por dia, 7 dias por semana.
Aplicativo Prey permite rastrear e bloquear seu dispositivo perdido ou roubado (Foto: Divulgação)Aplicativo Prey permite rastrear e bloquear seu dispositivo perdido ou roubado (Foto: Divulgação)
Dentre as funcionalidades disponíveis gratuitamente, encontra-se um acurado serviço de geolocalização, que usa tanto o GPS quanto pontos de acesso Wi-Fi próximos do dispositivo, para triangular o sinal e descobrir a posição exata. Para se comunicar com os servidores do Prey, o aplicativo se conecta automaticamente nas redes Wi-Fi abertas sempre que possível.
Segundo os produtores do software, a principal vantagem do Prey é ser leve, ou seja, não requer muito processamento ou memória para suas atividades rotineiras. Apenas quando o software é ativado, após uma perda, que o Prey utiliza mais recursos do dispositivo.  A ativação de segurança, em caso de perda, inclui, dentre outras funcionalidades, a capacidade de tirar fotos de quem utiliza o dispositivo (se este tiver câmera frontal), obter uma imagem da tela do dispositivo para ver o que o usuário está fazendo, ocultar ou excluir dados de e-mails e senhas salvas no dispositivo e até bloquear todo o acesso ao aparelho, sendo necessário inserir uma senha específica para destravá-lo.
Com o Prey, pode-se obter a localização, capturar a tela ou tirar uma foto do usuário do dispositivo (Foto: Divulgação)Com o Prey, pode-se obter a localização, capturar a tela ou tirar uma foto do usuário do dispositivo (Foto: Divulgação)
Outras funcionalidades como autoatualização do programa e uma varredura do dispositivo para listar todos os equipamentos de hardware também estão presentes na versão gratuita. Na versão Prey Pro, com planos a partir de  US$ 5 (R$ 10,11 na cotação de 24/08/2012) por mês, adiciona-se novas funcionalidades, como o modo ativo, que permite a localização dos dispositivos a todo momento e não apenas quando ele é perdido ou roubado. A variação dos planos da versão Prey Pro consiste na quantidade total de dispositivos protegidos em cada plano e varia de 3 a 500 dispositivos.
A versão Prey Pro inclui ainda 100 relatórios por dispositivo (contra apenas 10 da versão gratuita), o que pode significar a obtenção de mais evidências sobre quem está usando seu aparelho. Além disso, na versão Pro, as ações são realizadas em tempo real, pois utilizam protocolos específicos para notificações via Push (muito usado em aplicativos de e-mails e notícias para notificar nova mensagem). Por fim, a versão Pro inclui a garantia de que todo o tráfego é transmitido criptografado e existe uma ferramenta para configuração automática de múltiplos dispositivos.
O funcionamento do Prey é simples. Inicialmente, instala-se um agente no computador ou smartphone que deseja rastrear. Esse agente aguarda, silenciosamente, por um sinal remoto para começar suas atividades. O envio do sinal remoto pode se realizar através da Internet ou de um SMS. Quando o dispositivo recebe esse sinal, o aplicativo inicia o processo de obter a localização do dispositivo, dados de atividade de seu hardware e rede e, opcionalmente, dispara ações específicas.
De acordo com os comandos recebidos, o Prey pode exibir alertas de que o dispositivo foi roubado ou mesmo travar o dispositivo (Foto: Divulgação)De acordo com os comandos recebidos, o Prey pode exibir alertas de que o dispositivo foi roubado ou mesmo travar o dispositivo (Foto: Divulgação)
Após receber o sinal remoto de ativação o Prey envia relatório periódicos para o dono do dispositivo, incluindo a sua localização, quem o está usando e o que ele está fazendo na máquina. Os relatórios são enviados para o painel de controle na Web ou diretamente para o e-mail do dono do dispositivo, dependendo da configuração utilizada.
Além de obter as informações do dispositivo, o Prey é capaz de disparar ações remotamente, como soar um alarme ou mostrar uma mensagem na tela. Essas ações são opcionais, pois quem está com seu dispositivo ficará sabendo que foi pego. Portanto, é importante que essas ações sejam feitas após a obtenção de evidências suficientes para recuperar o dispositivo. Existem ainda ações mais radicais, como a remoção de todas as senhas armazenadas no dispositivos ou mesmo o travamento total do dispositivo, dando ao dono total controle sobre ele.

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E você, leitor? Você se sente seguro ao andar com seu notebook ou celular pela cidade em que mora? Já utilizou ou utiliza algum aplicativo rastreador ou bloqueador? Já precisou de um deles? 
Fonte: TECHTUDO







O Que? A Vacina Contra o Ebola não Está Sendo Testada contra o Ebola?

Em pouco tempo, todos nós vamos ser inundados com uma campanha de propaganda da grande mídia, exigindo que todos nós aceitemos uma vacina contra o Ebola. Neste momento, uma vacina já entrou em testes em humanos na África, informa a NBC News. [1] A vacina foi desenvolvida pelo NIH, e o ensaio clínico está sendo executado pela Universidade de Maryland.

Mas há um grande problema em tudo isso: a vacina não será testada contra o Ebola. Ela será “aprovada” pela FDA em tempo recorde, sem nunca ter sido mostrada sendo eficaz, em outras palavras.

Você pode achar isso estranho… e é. Os medicamentos são normalmente testados contra a droga afirma tratar. Por exemplo, os medicamentos de pressão arterial alta são testados em pessoas que têm pressão arterial alta para determinar se a droga “funciona” na redução da sua pressão arterial. Estes resultados são tipicamente comparados com um grupo de controle, que também tem uma pressão arterial alta, mas receberam um placebo. A diferença dos resultados entre os dois grupos é atribuída ao medicamento.

Um teste de vacina contra o Ebola corretamente construída também teria que usar dois grupos de pessoas: um grupo de controle que não recebe nenhuma vacina e, em seguida, fica exposto ao Ebola, e um grupo tratado que recebe a vacina e depois fica exposto ao Ebola. A diferença entre os resultados dos dois grupos seria atribuída à vacina. Obviamente, nenhum ensaio clínico de vacina vai expor intencionalmente alguém ao Ebola. Assim, a questão se a vacina funciona até mesmo contra o Ebola não será respondida, mesmo quando a vacina for “aprovada” para uso na população.
Os ensaios clínicos não vão testar a eficácia da vacina contra o Ebola

Em vez de testar se a vacina funciona contra o Ébola, os ensaios clínicos estão apenas tentando determinar se a vacina provoca efeitos colaterais e produz uma resposta imune. Como o Dr. Myron Levine, diretor do Centro de Desenvolvimento de Vacinas (DCV) da Universidade de Maryland, explica:

Esta pesquisa vai nos dar informações cruciais se a vacina é segura, bem tolerada e capaz de estimular respostas imunológicas adequadas na maior população-alvo prioritária, os profissionais de saúde na África Ocidental.

Observe cuidadosamente que ele não diz se o ensaio clínico vai dizer-lhes se a vacina realmente interrompe a transmissão do vírus Ebola. O que eles estão procurando neste ensaio clínico é saber se a vacina provoca efeitos colaterais e se produz uma “resposta imune” de anticorpos.

Estes anticorpos, ao que parece, não são anticorpos do Ebola. Eles são anticorpos para uma pequena cadeia de proteínas (que se assemelham a uma parte do Ebola) ligados a um adenovírus (um vírus da gripe comum). A esperança entre os desenvolvedores de vacinas é que os anticorpos que aparecerem em resposta a esta estrutura de proteínas construída artificialmente também vão trabalhar contra o Ebola. Mas não haverá nenhuma prova disso. Será simplesmente uma “melhor estimativa” e que pode não funcionar em todos.

Uma vez que a vacina experimental e não testada for implantada, duas coisas vão acontecer

Independentemente do fato de que a vacina contra o Ebola não será testada contra o Ebola, há duas coisas que irão acontecer imediatamente após a implantação da vacina:

1) Todo o progresso na contenção do surto do Ebola será imediatamente e exclusivamente creditado à vacina contra o Ebola.

2) Todas as falhas na contenção do surto de Ebola serão imediatamente e exclusivamente atribuídas às pessoas que se recusarem a se vacinar contra o Ebola.

Tal é o dogma da religião da vacina: Mesmo sem qualquer prova científica que seja, a cada evento que acontecer será interpretado como uma confirmação da infalibilidade absoluta da vacina. Aqueles que ousam questionar a eficácia ou segurança da vacina serão marcados como “assassinos”, enquanto aqueles que cegamente aceitam a adoração da vacina e que tudo dará certo, serão rotulados como “salvadores”.

Mesmo que a vacina contra o Ebola fosse uma solução salina pura, com nenhum fragmento viral qualquer – ou seja, “placebo” – os dois pontos acima ainda seriam verdadeiros. O simples fato de ser uma vacina faz com que as mentes uma vez científicas, sejam sobrecarregadas com o fervor religioso e abandonem todo o ceticismo racional. Nenhum questionamento da vacina contra o Ebola será tolerado em qualquer lugar, e qualquer um que ouse levantar questões sobre a segurança, eficácia ou ingredientes da formulação, será cruelmente responsabilizado pelo agravamento do surto, quase como se tivessem correndo por aí com uma seringa cheia de Ebola, injetando deliberadamente as pessoas em shopping centers e aeroportos.

Por que na ditadura científica de hoje executada por empresas farmacêuticas, o único pecado pior do que ser um portador de Ebola que infecta outros é ser um cético da vacina que faz perguntas científicas sobre os ingredientes da vacina, do controle de qualidade de sua produção e da eficácia da vacina. Na religião do cientificismo, há tolerância zero para aqueles que não têm fé cega nas vacinas. Ou você adora a vacina e os seus proponentes, ou você vai ser condenado como um perigo à segurança pública.

No clima médico politizado de hoje, você percebe que, se a vacina realmente “funciona” é irrelevante. É por isso que a prata coloidal nunca será testada contra o Ebola pelas autoridades de saúde. Eles não querem saber se ela funciona. Todo esse sistema ocidental da medicina não está interessado no que funciona. Ele só está interessado no que oferece lucros.

E parece que o Ebola está prestes a criar uma colheita de lucros para todos eles, mesmo que o seu produto ‘vacina’ na verdade não funcione. Mas quem tem tempo para ciência de verdade quando há uma pandemia avançando, certo? ;)

Fonte: Noticias Naturais