Digital clock

terça-feira, 31 de julho de 2012

PROGRAMA PODE RECUPERAR NOTEBOOK ROUBADO

PREY é um pequeno programa, que pode rastrear e recuperar seu Notebook, Tablet, celular com Android, IPAD... roubados.
Prey Project

http://panel.preyproject.com/images/prey-logo.png

Sinopse:
O Prey Project é um aplicativo gratuito (que funciona tanto em Windows, Linux, Mac e Android) muito útil nos dias de hoje que possibilita o rastreamento de computadores ou celulares roubados/perdidos.

O programa pode ser baixado no site:

 http://preyproject.com/

Antes de começar o download da instalação, você deve selecionar o seu Sistema Operacional. Feito isso será requisitado que você crie um usuário que lhe dará acesso ao painel de monitoramente do aplicativo, que é acessado através do site do programa. Este seu usuário lhe permitirá ainda o uso e rastreiamento gratuito de até dois dispositivos adicionais (planos adicionais pagos no site do programa permitem o rastreamento de mais dispositivos adicionais, podendo rastrear até 500 dispositivos).

O Prey Project enviará a localização do seu dispositivo para o painel de monitoramento a cada 10 minutos (tempo este padrão que pode ser alterado no painel de monitoramento) após você ter dado o dispositivo como roubado ou perdido no site (feito facilmente através do painel de controle, mudando o status do dispositivo para “Missing”). Esta localização aparece no painel de monitoramente através de mapas do Google Maps.

O programa ainda faz o uso da câmera dos dispositivos para registrar o local aonde ele estiver sendo usado, possibilitando o registro da pessoa que estiver usando seu dispositivo indevidamente. Ele ainda registra um log com todos arquivos e configurações que forem alterados no dispositivo.

Atenção: Vale lembrar que este rastreamento só será possível se o dispostivo após ter sido roubado/perdido for conectado à Internet e o Prey Project ainda estiver instalado no mesmo.

A história de Chapèuzinho Vermelho Na Mídia Brasileira


FANTÁSTICO (Glória Maria): “.. que gracinha, gente, vocês não vão acreditar, mas essa menina linda aqui foi retirada viva da barriga de um lobo, não é mesmo…?.”

JORNAL NACIONAL (Willian Bonner): “Boa noite. Uma menina de 7 anos foi devorada por um lobo na noite de ontem”- (Fátima Bernardes) “Mas graças a atuação de um caçador não houve uma tragédia”.

CIDADE ALERTA (Luis Datena): “..onde é que a gente vai parar, cadê as autoridades? cadê as autoridades? a menina ia para a casa da avózinha. Não tem transporte público! não tem transporte público! e foi devorada viva. Um lobo, um lobo safado. Põe na tela, primo! Porque eu falo mesmo, não tenho medo de lobo, não tenho medo de lobo não”.

JORNAL DO BRASIL “Floresta: Garota é atacada por lobo”. Na matéria, a gente não fica sabendo onde, nem quando, nem mais detalhes.

PROGRAMA DA HEBE "Que gracinha, gente! Vocês não vão acreditar, mas essa menina linda aqui foi retirada viva da barriga de um lobo. Senta aqui, queridinha. Dá um selinho.”

BRASIL URGENTE "Onde a gente vai parar, cadê as autoridades? Tô perguntando, cadê as autoridades? A menina ia pra casa da vovozinha a pé! Não tem transporte público! Cadê  o transporte público? Foi devorada viva por um lobo. Um lobo safado. Põe na tela, Primo! Porque eu falo mesmo, não tenho medo de lobo. Vai te catar!”

GLOBO REPÓRTER "Tara? Fetiche? Violência? O que leva alguém a devorar, na mesma noite, uma idosa e uma adolescente?
Nossos repórteres conversaram com psicólogos, antropólogos, amigos e parentes do Lobo, em busca da resposta.
E uma revelação: casos semelhantes acontecem dentro dos próprios lares das vítimas, que silenciam por medo. Hoje, no Globo Repórter."

DISCOVERY CHANNEL "Vamos determinar se é possível uma pessoa ser engolida viva e sobreviver.

SUPERPOP "Geeente, tô passada! Essa é a ex-mulher do lenhador! Ela tá dizendo que ele é alcoólatra, agressivo e não paga a pensão dos filhos há mais de um ano. Ai, para! Abafa o caso!"

O GLOBO “Retirada Viva da Barriga de um Lobo”. Na matéria, terá até mapa da região. O salvamento é mais importante que o ataque.

FOLHA DE S.PAULO Legenda da foto: “Chapeuzinho, à direita, aperta a mão de seu salvador”. Na matéria, teremos um box com um zoólogo explicando os hábitos alimentares dos lobos e um imenso infográfico mostrando como Chapeuzinho foi devorada e depois salva pelo lenhador.

O ESTADO DE S. PAULO "Lobo que devorou Chapeuzinho seria filiado ao PT."

ZERO HORA "Lenhador passou o rodo e mandou lobo pedófilo pro saco!"

CLAUDIA "Como chegar na casa da vovozinha sem se deixar enganar pelos lobos no caminho."

NOVA "Dez maneiras de levar um lobo à loucura na cama."

MARIE-CLAIRE “Na cama com um lobo e minha avó”, relato de quem passou por essa experiência.

VEJA “…fulano de tal, 23, o lenhador que retirou Chapeuzinho da barriga do lobo tem sido considerado um herói na região. “O lobo estava dormindo, acho que não foi tão perigoso assim”, admite.”

CAPRICHO "Esse Lobo é um Gato!"

PLAYBOY "Ensaio fotográfico com Chapeuzinho no mês do escândalo- Veja o que só o lobo viu."

SEXY "Ensaio fotográfico com Chapeuzinho um ano depois do escândalo “Essa garota matou um lobo!”

CARAS "Ensaio fotográfico idem “Na banheira de hidromassagem na cabana da avozinha, em Campos de Jordão, Chapeuzinho reflete sobre os acontecimentos: “até ser devorada, eu não dava valor para muitas coisas da vida, hoje sou outra pessoa” admite."

Isto É "Gravações revelam que lobo foi assessor de influente político."

G Magazine "Ensaio fotográfico com lenhador: “Lenhador mostra o machado”."



Em uma resumida versão, a história de Chapeuzinho Vermelho:

Chapeuzinho Vermelho resolve sair de sua casa para levar uma cesta de pães de mel para sua vó doente. No meio do caminho encontra uma bifurcação e escolhe a estrada com tempo mais curto, mas ao ser avisada pelo lobo (Mau) que este é o caminho perigoso, retorna e escolhe seguir pela estrada longa. O Lobo aproveita-se disto e corre para a casa da Vovó, a devora, veste-se com as roupas da senhora e espera Chapeuzinho. Segue-se, então, um dos mais famosos diálogos conhecidos:

Chapeuzinho diz: “Porque estes olhos tão grandes?”

O Lobo Mau lhe responde: “São para te enxergar melhor.”

Chapeuzinho Vermelho pergunta, então: “Porque estas orelhas tão grandes?”

“São Para te ouvir melhor.” – responde o Lobo.

“Porque esta boca tão grande?” – Torna a perguntar Chapeuzinho.

O lobo então, dá o bote: “É para te comer.”

E devora a Chapeuzinho Vermelho.

Um caçador que passa pelo local, ouve o barulho, entra na casa, encontra o lobo dormindo e abre sua barriga; retirando Chapeuzinho Vermelho e sua Avó ilesas.
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ENTÃO... A MÍDIA FAZ, OU NÃO FAZ, A NOSSA CABEÇA???

segunda-feira, 30 de julho de 2012

VOTO NULO & VOTO DE PROTESTO


Voto de protesto

O termo voto de protesto é usado para designar situações, onde, durante uma disputa eleitoral, o eleitor decide anular o voto ou votar em candidatos considerados excêntricos ou de algum modo folclóricos, como forma de manifestar sua indignação com o sistema eleitoral vigente, ou com as opções de candidatos apresentadas pelos grandes partidos.

No Brasil, ficaram conhecidos como votos de protesto os casos onde o rinoceronte Cacareco (em São Paulo) e o macaco Tião (no Rio de Janeiro), tiveram expressivas votações, ainda na época das cédulas de papel, sendo, de todo modo, estes "votos" considerados como nulos. Por este motivo, o voto de protesto também é conhecido como voto cacareco.

Porém, com a introdução das urnas eletrônicas brasileiras em 1996, esse tipo de protesto tornou-se inviável. Nelas não é possível votar em candidatos não cadastrados e, assim, o voto de protesto migrou para os "Candidados de Protesto",[2] ou seja, candidatos peculiares que atraem o voto de protesto.

A principal diferença é que o antigo voto de protesto era apurado como voto nulo e não afetava a distribuição das vagas entre os eleitos. Já o novo candidato de protesto é apurado como voto válido e serve para eleger candidatos com baixa votação da mesma legenda que não seriam eleitos normalmente.

Em 2002, o candidato Enéas Carneiro, que recebeu um milhão e seiscentos mil votos, sendo o deputado federal mais votado no Estado de São Paulo aquele ano, elegeu "de carona" mais cinco candidatos de seu partido com votação insignificante e foi identificado por parte dos analistas políticos com o voto de protesto,[3] situação que se repetiria mais tarde, em 2006, com o estilista e apresentador de TV Clodovil, eleito deputado também com votação recorde, elegendo com isso mais 2 candidatos de baixa votação.

Em 2010, o palhaço e humorista Tiririca lançou sua candidatura para deputado federal. Após aparecer na propaganda eleitoral gratuita utilizando-se de chistes e deboches característicos de seu personagem, ganhou popularidade e passou a ser visto em seu partido como um grande "puxador de votos" (devido ao Quociente eleitoral). Em um video de sua campanha, perguntava ao eleitor o que um deputado federal faz, diz não saber mas que irá descobrir e contar caso seja eleito. Também afirmou que iria ter como meta cuidar das famílias, principalmente a dele. Tiririca acabou sendo eleito, obtendo a marca de 1.353.820 votos, pouco mais que a soma de todos os habitantes de Campinas-SP, sendo assim 6,35% dos votos válidos, ajudando a eleger outros três candidatos de baixa votação. Sua popularidade é vista por analistas como mais um caso de voto de protesto, sendo sucessor, portanto, de parte dos votos de Enéas, bem como dos votos de Clodovil, ambos então já falecidos.
Motivação para o voto de protesto

As motivações para o voto de protesto são variadas. Ednaldo Ribeiro,[4] por exemplo, revisa a literatura e constata que, no Brasil, "já no final da década de 1980, a adesão normativa dos brasileiros à democracia se tornava cada vez mais consistente". Mas, ao mesmo tempo, "também ganhava força um sentimento de indignação que se manifestava no voto de protesto.".

Há quem defenda, no entanto, que nem todo voto nulo é necessariamente um voto de protesto, podendo ser em outros casos apenas a manifestação de que o eleitor não tem preferência política, não se julga capaz de decidir ou ainda simplesmente não se importa com quem será eleito, não sendo capaz o TSE de fazer qualquer tipo de interpretação acerca dos motivos que levaram o eleitor a tomar este tipo de decisão.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

A Manipulação Política da Petrobrás

Na divulgação do Plano de Negócios da Petrobras para o período 2012-2016, chamou atenção a ênfase dada, pela nova diretoria, ao descumprimento das metas de produção de petróleo, fato responsável pelas grandes perdas na receita da empresa nos últimos anos. Além da frustração com as metas de produção, foram apontados problemas relativos à gestão de projetos, o que levou a diretoria da estatal a deixar sob avaliação alguns deles, em particular, os das novas refinarias.

O caso mais emblemático é o da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), em Pernambuco, que, ainda, é uma parceira entre Brasil e Venezuela. Segundo a presidente da Petrobras, Maria das Gracas Foster, "a RNEST é uma história a ser aprendida, escrita e lida pela companhia, de forma que não seja repetida".

A refinaria estava prevista para entrar em operação em 2010, mas teve sua conclusão seguidamente adiada, sendo a nova data definida para o final de 2014. Ao longo da construção, o custo previsto do projeto se multiplicou por dez, de US$ 2,3 bilhões para Us$ 20,1 bilhões. A estatal PDVSA não contribuiu com sequer um dólar, porque o BNDES não aceitou suas garantias financeiras, até então. No entanto, a parceria ainda não foi descartada. Na verdade, o projeto da refinaria é mais um custo Lula, que nasceu sem objetivos empresariais, sendo parte de um projeto político do ex-presidente Lula com o presidente Hugo Chávez. A aposta do mercado é que a Petrobras não terá a estatal venezuelana como sócia. Seria boa notícia.

Na construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), os problemas parecem se repetir. O projeto, que concebe duas refinarias e um polo petroquímico, tinha a entrada em operação da primeira refinaria prevista para 2011, mas foi adiada sucessivamente, ficando para abril de 2015. O segundo trem de refino está sob avaliação, com conclusão estimada para janeiro de 2018. Além do tradicional aumento de custos e dos atrasos, o projeto, ainda, esbarra na falta de logística,. A empresa comprou cinco reatores italianos, que chegaram ao Brasil em agosto de 2011, mas continuam no Porto do Rio. Cada um deles pesa entre 1.000 e 1.200 toneladas, fato que inviabiliza o transporte rodoviário ou marítimo, primeiro por não existir infraestrutura que suporte o peso e, depois, pela falta de um Porto com calado suficiente, próximo ao Comperj. A construção de um Porto, em São Gonçalo, e de uma Via de Acesso para Equipamentos Especiais está em fase de licenciamento ambiental junto ao Instituto Estadual do Ambiente. Mesmo com esses projetos aprovados, será longo o tempo para a construção do futuro Porto de São Gonçalo, devido à necessidade de dragagem na Baía de Guanabara e da construção da nova via de acesso.

Outro investimento foi a aquisição de uma refinaria em Pasadena, nos EUA. Após longa batalha judicial, a Petrobras pagou US$ 1,18 bilhão, em duas etapas, para comprar essa refinaria que, há sete anos, custou US$ 42,5 milhões à sua agora ex-sócia belga, ou seja, 2.700% a mais. Esse é um dos ativos que a empresa pretende ofertar.

Os problemas não se limitam à construção das refinarias. A Transpetro encomendou ao Estaleiro Atlântico Sul (EAS) 14 petroleiros Suezmax e 8 Afra-max, com prazo de entrega para 2015. O primeiro destes navios, o petroleiro João Candido, foi inaugurado em maio de 2010, mas voltou ao estaleiro, devido a erros de projeto, e só entrou em operação em maio de 2012, com exatos 2 anos de atraso. Ainda, há dúvidas sobre a capacidade do estaleiro de construir os demais navios e, até mesmo, as sondas, visto que o seu sócio estratégico, a coreana Samsung Heavy Industries, abandonou a parceria em março último, e ainda, não tem substituto.

Depois de tantos desmandos e interferências de partidos políticos na gestão da Petrobras, ainda ha quem defenda a tese de que seria normal o prevale-cimento dos interesses do acionista majoritário nas decisões de investimento. Existem ai dois graves equívocos e uma intenção oculta. O primeiro equívoco é que nenhum acionista majoritário induziria seus executivos a tomarem decisões que, a priori, causariam prejuízos à empresa. Segundo, uma empresa com o controle acionário do Estado, não pertence ao governo de plantão, não devendo ser usada para atingir projetos políticos, em detrimento dos interesses da sociedade. Os defensores dessa tese tratam a empresa como 100% estatal. O problema é que não é. E a sociedade brasileira, com certeza, não deseja e nem quer ver a Petrobras transformada em uma PDVSA. Portanto, o desafio é cuidar da Petrobras.

Lua azul está chegando



Se você é do tipo que gosta da Lua Cheia e não tem medo de lobisomens ou superstições, então se prepare. No mês de agosto teremos novamente a Lua Azul, uma coincidência astronômica tão rara que a próxima vez só vai acontecer em 2015. Aproveite!

Apesar de ser um nome esquisito, Lua Azul não é de fato a cor com que a Lua vai se apresentar aos nossos olhos. E também não morde as criancinhas, como poderia ser imaginado pelos mais afoitos. Lua Azul é somente o nome que se dá para a segunda Lua Cheia que acontece no mesmo mês.

Em agosto, a primeira Lua Cheia será no dia 1, quarta-feira e a segunda Lua Cheia - a Lua Azul - será no dia 31. Em 2011 a coincidência também se repetiu e em julho tivemos duas luas cheias no mesmo mês.
Apesar da última Lua Azul ser recente o evento não acontece todos os anos, mas em média uma vez a cada 2.66 anos e em 1999 tivemos duas Luas Azuis em um período de apenas 3 meses.
Essa coincidência ocorre devido ao ciclo lunar ser de 29.5 dias, o que torna perfeitamente possível que em um mesmo mês sua fase se apresente cheia por duas vezes.

Origem do nome
De acordo com alguns historiadores, o nome Lua Azul foi criado no século 16 por algumas pessoas que ao observarem a Lua a viram azulada. Outras, no entanto, a percebiam cinza. Muitas discussões ocorreram até concluir-se que era impossível a Lua ser azul.
Esse fato criou uma espécie de expressão linguística, e "Lua Azul" passou a ser sinônimo de algo impossível ou difícil. O termo ganhou força principalmente nos EUA e algumas frases como "só me caso com você se a lua estiver azul" se popularizaram rapidamente.
Assim, com esse significado de "nunca" ou "raro" que o termo foi usado para designar as duas luas cheias que ocorrem no mesmo mês, ou seja, uma coisa rara, que não acontece sempre.

Lua Azul Mesmo
Curiosidades a parte, existem alguns registros raros onde a coloração do nosso satélite foi realmente alterada. Um desses registros remonta aos anos de 1883, quando uma violenta erupção no vulcão Krakatoa, na ilha de Java, lançou ao espaço milhões de toneladas de gases e poeira fazendo com que a Lua, quando observada próxima ao horizonte, fosse vista em tons azulados. De acordo com os relatos, isso durou aproximadamente dois anos e foi testemunhado em todo o planeta.
Em 1951, um grande incêndio nas florestas canadenses produziu o mesmo efeito que o Krakatoa, mas só pode ser observado na América do Norte.

Mais Raro Ainda
Em 2009, a Lua azul aconteceu exatamente na virada do ano, em uma coincidência que só ocorre a cada 19 anos. Além disso, no mesmo dia tivemos um eclipse parcial lunar e isso só acontece 11 vezes a cada mil anos.
Se você achou pouco então se prepare. Em dezembro de 2048 tudo isso vai acontecer junto de novo, mas ao invés de um, teremos dois eclipses no mesmo mês.
É claro que neste caso o uso de um telescópio ou binóculo é altamente recomendado, mas um amuleto também será muito bem vindo! 

Foto: Apesar da coloração azul da Lua, não será nesse tom que ela será vista no dia 31 de agosto. Lua Azul é somente o nome que se dá para a segunda Lua Cheia que acontece no mesmo mês.



http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Prepare-se_A_Lua_azul_esta_chegando_e_nao_adianta_fugir!&posic=dat_20120730-064431.inc
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Mais um "monstro" é encontrado em praia dos Estados Unidos


Mais um animal estranho foi encontrado nos Estados Unidos na última sexta-feira (27), segundo informou a emissora de TV norte-americana "KTLA". O bicho estava nas areias de uma praia de Seal Beach, no Estado da Califórnia.
A americana Karen Summers, que encontrou a animal no local, disse que nunca viu algo parecido e se mostrou bastante impressionada com os dentes do bicho, que, segundo ela, eram "bem grandes".
Assim como o "monstro de Manhattan", encontrado à beira do East River dias antes, o bicho tinha a carcaça inchada como a de um "mutante" e também não tinha pelos no corpo. Os dedos vermelhos são outra característica que o relacionava ao animal de Manhattan.
Nem mesmo os funcionários do Departamento de Obras Públicas do Estado, que removeram o animal da praia, conseguiram identificá-lo.

Especulações

Quando o "mostro de Manhattan" foi encontrado, muitas pessoas chegaram a cogitar que se tratava de uma imensa ratazana ou de um porco assado – tese também defendida pelo departamento que cuida dos parques em Nova York.
Mas a fotógrafa amadora Denise Ginley descarta a segunda hipótese, dizendo que, se fosse um porco, teria o casco fendido e não teria cinco dedos.
Denise fazia uma caminhada pelas margens do East River no último domingo quando viu a criatura e tirou algumas fotos. Ela aposta em algum tipo de roedor gigante.
O especialista em vida selvagem Paul Curtis diz que pode ser um pequeno cachorro inchado por ter afundado no rio. (Com The Sun)



Do UOL, em São Paulo
http://noticias.bol.uol.com.br/internacional/2012/07/30/mais-um-monstro-e-encontrado-em-praia-dos-estados-unidos.jhtm

Cientistas descobrem sistema solar semelhante ao nosso



Órbitas de todos os planetas conhecidos estão quase no mesmo plano e alinhadas com rotação da estrela

Cientistas descobriram um sistema solar muito parecido com o nosso, no qual as órbitas de todos os planetas conhecidos estão quase no mesmo plano e alinhadas com a rotação da estrela.

Astrônomos já descobriram muitos sistemas solares cheios de planetas exóticos, como "Júpiteres quentes" - gigantes gasosos que orbitam perto de sua estrela - e "super Terras" - astros rochosos com uma a dez vezes a massa de nosso planeta.

No começo deste ano, usando dados coletados pelo telescópio orbital Kepler, da Nasa, cientistas descobriram três planetas circulando uma estrela batizada de Kepler-30, que tem quase o mesmo tamanho e a mesma massa do Sol. Um desses planetas, com um diâmetro cerca de quatro vezes o da Terra, completa uma órbita ao redor da estrela a cada 29 dias; os outros dois, cada um com um diâmetro pelo menos 10 vezes maior que o da Terra, têm órbitas de 60 dias e 143 dias.

Agora, análises detalhadas revelam que as órbitas dos planetas estão alinhadas com uma diferença de poucos graus entre elas, e que os planos dessas órbitas estão alinhados de perto com o plano rotacional da estrela, num paralelo notável com o nosso sistema solar, segundo o estudo publicado na revista Nature.

"Pela primeira vez, podemos investigar um sistema de planetas que se parece com o nosso", disse Roberto Sanchis-Ojeda, astrofísico do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

Apesar de o sistema Kepler-30 não ser o único conhecido com os planetas orbitando em planos quase alinhados, ele é o primeiro para o qual os cientistas também determinaram o plano em que a estrela mãe gira.

O Estado de S.Paulo
TRADUÇÃO DE CELSO PACIORNIK
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,cientistas-descobrem-sistema-solar-semelhante-ao-nosso-,907855,0.htm

Os 100 maiores brasileiros de TODOS os tempos!


Fonte: YOUTUBE

Novo projetor de vídeo 3D da Epson… Sua sala quer um destes?


Para quem gosta de curtir a tecnologia 3D a Epson está lançando um projetor que já está provocando coceira na mão de todos os aficcionados.

O motivo é simples, este pequeno projetor 3LCD é capaz de projetar com boa qualidade imagens de até 300″ em 3D, e o projetor já vem até com dois óculos 3D no conjunto, o único senão do projetor é que a tecnologia 3D nele é do tipo 3D ativo.

O projetor é o Home Cinema 3010+, que além de 3D tem a capacidade de projetar em Full HD e foi pensado para uso caseiro, por isso o preço dele não é tão absurdo como você deve estar imaginando, mas por enquanto para ter um precisa importar, e aí o valor sobre com as taxas.

Ele pode ser encontrado pela bagatela de USD 1.600,00 e pagando taxas para chegar ao Brasil se paga em torno de R$ 4.500,00 nele.

Ele tem 2.200 lúmens e contraste de 40.000:1 e a Epson garante que ele consegue projetar com boa qualidade em salas iluminadas, a potência da lâmpada é de 230W.

Outra questão interessante é a relação de imagem 16:9 (Widescreen) do projetor, ou seja, ele é nativamente pensado para projeções de filmes.

Ele vem equipado com duas entradas HDMI, além da entrada PC e RCA e uma entrada USB.

O projetor também tem caixas de som integradas de 10W de potência cada, o que é a mesma potência da maioria das caixas de som que vem equipando as televisões atualmente.

Confira um vídeo sobre o projetor 3D Home Cinema 3010+ da Epson, abaixo.



Read more: http://gps.pezquiza.com/desbloqueio-gps/conheca-o-novo-projetor-de-video-3d-da-epson-sua-sala-esta-querendo-um-destes/#ixzz224VOe85F

Conheça todos os livros do NRG - Nostradamus Research Group


Este grupo é composto de estudantes sérios de Nostradamus e seus escritos. Tem derrubado muitos mitos sobre Nostradamus. O seu ponto mais forte é a pesquisa "in loco" pois muitos membros estão próximos a região onde Nostradamus viveu.


Os resultados das suas pesquisas podem ser conhecidos sempre de forma parcial através: de seus livros em geral assinalados com NRG na lista de obras sobre Nostradamus, através de seus sites muitos relacionados em links e finalmente através da wikipedia em várias línguas uma vez que parte substancial dos artigos sobre Nostradamus foram colaborações de membros do NRG.


São aproximadamente 40 pessoas de todas as regiões do mundo. Parte deles são escritores, outros também doutores e tem origem na Aústria, Holanda, Inglaterra, França, Estados Unidos. Para pertencer a este grupo é necesssário domínio do inglês e vontade de executar uma linha de pesquisa séria.


Alguns membros tem páginas na web, que estão em links


Email para submeter sua participação Abner Macoto




http://www.abnermacoto.xpg.com.br/NRG.htm

domingo, 29 de julho de 2012

Bíblia judaica é restaurada

O professor Menachem Cohen, da Universidade de Bar Ilán, próximo a Tel Aviv, está prestes a completar um grande projeto: a versão mais completa e precisa do Antigo Testamento.

À frente de uma equipe de mais de uma dúzia de pesquisadores do Departamento da Bíblia da universidade, Cohen desenvolve há mais de 30 anos um ambicioso trabalho chamado Mikraot Gdolot-Haketer ou As Grandes Escrituras, uma espécie de molde para o Antigo Testamento, que deve ficar pronto até o ano que vem e será digitalizado.

A última compilação desse tipo foi feita no século 16, cerca de 50 anos depois da invenção da imprensa, pelo judeu sefardita Jacó Ben Haim, que viveu em Veneza. Sua versão, reproduzida desde então, baseou-se em manuscritos e consultas a rabinos. Contém também notas e explicações sobre o texto.

Apesar de ser uma das obras mais reproduzidas e estudadas do mundo, essas edições estão cheias de imprecisões, afirma Cohen. "Pesquisei os manuscritos da Idade Média e descobri que os textos prévios utilizados para a publicação da primeira versão compilada de Ben Haim não eram totalmente precisos e eu me propus a resolver esse problema", afirmou o acadêmico. O professor chama de "discrepâncias" problemas como a ausência de uma letra ou um erro de pontuação.

Essa nova edição da bíblia judaica conta com uma fonte privilegiada, o Códice de Alepo, escrito no século 10 por Aarão Ben Asher em Tiberíades, hoje Israel.

"Não há, na história do povo de Israel, uma bíblia mais precisa", afirma Cohen. Segundo ele, a versão de Haim possui milhares de erros, enquanto a de Asher tem apenas algumas dezenas de imprecisões.

Haim nunca teve acesso ao Códice de Alepo porque na época ele estava guardado na Síria pela comunidade judaica local.

RAMAT GAN, ISRAEL - O Estado de S.Paulo
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,biblia-judaica-e-restaurada,906227,0.htm

Menina que vivia com vacas se comunica através de mugidos

Uma menina de cinco anos foi encontrada a viver com vacas numa zona rural do distrito de Solikamsk, na Rússia, e só sabe comunicar através de mugidos.

O jornal britânico Daily Mail conta que a menina foi resgatada pela polícia depois de um vizinho do bairro de Solikamsk, nos Montes Urais, ter denunciado o caso.

A criança - que vivia no curral da quinta dos pais - não tem nome, não sabe comer ou beber como os seres humanos, preferindo beber de uma panela. Segundo as autoridades locais a menina estava praticamente sem roupas, quando foi encontrada.

A polícia adiantou ao jornal britânico que de acordo com o vizinho, a menina vivia com as vacas e costumava ser trancada numa arrecadação pelos pais. A investigação policial confirmou a denuncia.

por Paula Mourato
http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=2692245&seccao=Europa

A Internet é um barril de pólvora


Eugene Kaspersky era funcionário do Ministério da Defesa da então União Soviética em 1989 quando seu computador corporativo foi infectado pelo vírus Cascade. Depois disso, o jovem russo começou uma coleção de programas maliciosos e passou a estudá-los. Em 1997, deixou o emprego no governo e fundou a Kaspersky Lab.

Autodenominada a maior desenvolvedora de softwares de proteção de computadores do mundo, a companhia diz que seus produtos contra malwares --códigos maliciosos encontrados, por exemplo, na internet, como worms e cavalos de troia-- têm mais de 300 milhões de usuários.

Em 2009, a empresa foi contratada para identificar um malware que apagava informações em computadores no Oriente Médio. Por acaso, especialistas da Kaspersky Lab descobriram um outro malware, o Flame, que infectou a rede que comandava centrífugas de urânio no Irã.

Em junho deste ano, o jornal "Washington Post" revelou, citando fontes anônimas, que os governos dos EUA e de Israel desenvolveram o vírus para prejudicar o programa nuclear iraniano.

Em entrevista à Folha, concedida por e-mail, Kaspersky, 46, prevê um "armagedon cibernético", uma guerra on-line capaz de pôr abaixo a maioria dos serviços essenciais, como eletricidade, hospitais e aeroportos, e propõe a criação urgente de uma organização internacional de segurança cibernética.

*
Folha - O sr. poderia explicar o que é o vírus Flame e como ele foi detectado? Por quanto tempo ele operou e que danos ainda pode causar?

Eugene Kaspersky - O Flame foi identificado por especialistas no Kaspersky Lab depois que a União Internacional de Telecomunicações [agência da ONU especializada na área] nos procurou para ajudar a identificar um malware que apagava informações importantes em todo o Oriente Médio.

Quando saímos em busca daquele código --conhecido como Wiper--, descobrimos um novo malware, o "worm.win32.flame".

Os criadores do Flame mudaram as datas de criação dos arquivos para impedir que os investigadores descobrissem quando foram criados. Tinham datas como 1992, 1994, 1995, mas eram datas falsas.

Descobrimos que um módulo da versão do [worm] Stuxnet, o "Resource 207", que começou a circular no começo de 2009, era um plug-in do Flame. Ou seja, quando o Stuxnet foi criado, a plataforma Flame já existia e o código-fonte de pelo menos um módulo do Flame foi usado no Stuxnet.

Em 2010, o módulo plug-in do Flame foi removido do Stuxnet e substituído por outros diferentes que exploravam novas vulnerabilidades. A partir daquele ano, as duas equipes de desenvolvimento trabalharam de forma independente, mas com apenas uma colaboração: a troca de conhecimento sobre vulnerabilidades desconhecidas [chamadas de "zero day"].

De acordo com nossos dados, havia uso do Flame em agosto de 2010. Outros apontam que o Flame já estava circulando em fevereiro ou março de 2010. É possível que antes disso existisse uma versão anterior, mas não podemos confirmar essa hipótese, apesar de haver uma grande probabilidade.

Em uma conferência sobre guerra cibernética no começo de junho, em Tel Aviv, o sr. fez um alerta sobre os riscos de terrorismo digital, afirmando que ele poderia causar "o fim do mundo como o conhecemos". O que isso significa?

A evolução do "armagedon cibernético" vem seguindo a trajetória prevista (o que prova que não se trata apenas do meu desejo de assustar as pessoas por gosto). A internet mudou para se tornar mais que um ponto de encontro onde é possível conhecer pessoas. Agora afeta diretamente as nossas vidas por ser usada em todos os serviços vitais, como aeroportos, hospitais, bancos, polícia etc.

A infraestrutura crítica de todo o planeta depende da internet. Não é mais uma brincadeira de criança. Alguém pode pregar uma peça inofensiva, mas ela pode ter consequências desastrosas. No futuro poderemos ter falta de eletricidade ou paralisações em hospitais por conta de algum malware aleatório ou, pior, em função de um ato deliberado de guerra cibernética.

A questão não é determinar se isso vai acontecer, mas quando. Pense no blecaute na região nordeste dos EUA, em 2003, ou na queda do voo 5022 da Spanair, em 2008, nas aeronaves militares de pilotagem remota que perderam o controle, ou ainda na escassez de banda da internet sul-coreana --todos esses incidentes foram causados por surtos de vírus.

Com tantos aspectos de nossas vidas dependentes da internet, creio que as coisas podem ficar ainda piores, especialmente se acrescentarmos à lista acima o ataque cibernético à Estônia, em 2007, o Stuxnet e agora o Flame.

O terrorismo e a guerra cibernética se tornarão comuns? Há muitos outros vírus como o Flame ou ainda piores em circulação?

As Forças Armadas de diversos países estão criando unidades de guerra cibernética e armas para essa guerra, como por exemplo, EUA, Índia, Reino Unido, Alemanha, França, China, Coreia do Sul e Coreia do Norte.

Casos de espionagem industrial e atos de sabotagem também são de conhecimento público (vide as notícias sobre graves ataques patrocinados por nações, como o Stuxnet, Duqu e o Flame). Notícias sobre ataques cuidadosamente arquitetados vêm sendo reveladas em ritmo alarmante. Surgiu até um novo termo para eles: APT [sigla de advanced persistent threat].

Não há dúvida de que tudo isso é apenas a ponta do iceberg. Sempre que descobrimos um novo programa de infiltração, logo surgem as seguintes informações: o malware terminou exposto por engano ou acidente; estava "residindo" em diversas redes já há algum tempo; e não temos como saber o que andou fazendo por lá. Muitas das características técnicas do malware e a motivação de seus criadores continuam envoltas em mistério.

Estamos sentados sobre um barril de pólvora, e estamos serrando o galho que sustenta toda a internet, e junto toda a infraestrutura do planeta. Os militares, aos poucos, estão transformando a internet em um grande campo minado. Quanto mais se observa, mais assustadora a situação parece.

O sr. citou EUA, Reino Unido, Israel, China, Rússia e, possivelmente, Índia, Japão e Romênia como países capazes de desenvolver o Flame. O sr. chegou a alguma conclusão sobre a autoria do vírus?

Não existem informações no código ou de outras fontes que permitam vincular o Flame a um Estado-Nação específico. Por isso, da mesma forma que seus autores continuam desconhecidos.

O sr. disse que é necessário um esforço mundial para enfrentar o terrorismo cibernético. Como acha que isso deveria ser feito e quem deveria comandar o processo?

O mínimo que podemos fazer no momento é estabelecer as regras do jogo para o campo de batalha virtual, regulamentar o desenvolvimento e uso de armas cibernéticas, criar novas definições e ajustar as leis de guerra tradicionais. Não me surpreende ter descoberto que meus contemporâneos no setor, como Michael Hayden [general reformado da Força Aérea, ex-diretor da CIA e da Agência Nacional de Segurança dos EUA], Neelie Kroes [política holandesa, foi conselheira da Lucent, empresa americana de tecnologia] e Giampaolo di Paola [oficial da Marinha, ex-ministro da Defesa da], compartilhem dessa minha visão.

É preciso urgente um equivalente cibernético da Agência Internacional de Energia Atômica --uma agência internacional que coordene essas questões. Já existem duas grandes organizações que anseiam pela responsabilidade ao combate ao crime cibernético em nível mundial --a Unidade de Ação Contra o Terrorismo, da ONU, e a Interpol, que planeja estabelecer, em 2014, uma divisão de policiamento cibernético sediada em Cingapura.

Também creio que alguma forma de organização internacional de segurança cibernética deveria ser criada para agir como plataforma mundial independente para cooperação e promoção de tratados para evitar o uso de armas cibernéticas, e regulamentar a segurança cibernética da infraestrutura essencial. Essa organização também seria responsável por investigar incidentes de ataque cibernético e pelo combate ao terrorismo cibernético.

É claro que isso não eliminaria as armas cibernéticas, mas ao menos melhoraria a situação atual. As partes mais vulneráveis, ou seja, os países desenvolvidos com alto uso de internet, seriam beneficiados pela existência de uma organização como essa e, portanto, deveriam apoiá-la.

Em geral, a guerra e o terrorismo cibernéticos são percebidos como problemas por países e empresas. Que riscos os usuários comuns enfrentam? De que forma se proteger?

Os alvos das mais recentes armas cibernéticas são organizações, ainda que as vítimas do Flame variem de indivíduos a organizações ligadas ao Estado e instituições de ensino. Isso quer dizer que os riscos afetam a todos, e consistem de: perder informações sigilosas, para governos e Forças Armadas; perder propriedade intelectual, para empresas privadas; se tornarem parte de redes de espionagem sem que o saibam, para indivíduos.

A proteção contra essas ameaças é virtualmente impossível para um usuário comum de computador. Mas existem alguns conselhos que podem melhorar a segurança das máquinas, entre eles:

Usar um sistema operacional moderno como o Windows 7 ou o Mac OS X; quando possível, usar a versão em 64 bits do sistema, mais resistente a ataques de malwares; manter atualizados tanto o sistema operacional quanto o software criado por terceiros; instalar e manter um pacote de segurança operacional decente; tomar cuidado ao abrir anexos de fontes desconhecidas, evitar divulgar informações pessoais em redes sociais e usar senhas fortes.

O sr. disse que durante uma sessão de "Duro de Matar 4.0" [filme sobre um ataque cibernético massivo aos EUA] gritava: "Por que vocês estão ensinando como se faz uma coisa dessas?". O sr. se preocupa mais com o fato de que o tabu sobre terrorismo cibernético esteja sendo exposto ou por ele ter sobrevivido por tanto tempo?

As ameaças de terrorismo cibernético e de guerra cibernética começaram a ser encaradas com seriedade no começo da década de 2000, mas foram pouco debatidas em público. Até que "Duro de Matar 4.0" foi lançado, em 2007.

Era fácil zombar do tema do filme --afinal, Hollywood é Hollywood, e ninguém espera que os filmes tenham base nos fatos. Mas fiquei assustado. Na Kaspersky Lab, nós víamos o lado sério porque compreendíamos que nada impede que um cenário como aquele aconteça na vida real.

Depois de assistir ao filme, comecei a falar abertamente e a fazer alertas sobre o terrorismo cibernético, que se provaram muito precisos: a ameaça é completamente real e eu não a exagerei em nada.

O que um país emergente como o Brasil --que não está entre os mais avançados em termos tecnológicos, mas que tem grandes recursos como potência regional-- pode fazer para se proteger contra o terrorismo cibernético?

Desdobramentos recentes como Stuxnet, Duqu e Flame demonstraram que até mesmo sistemas seguros de infraestrutura industrial podem ser atacados. Devo dizer que é quase impossível se proteger contra um ataque como esse. Primeiro, seria preciso reescrever todo o software de sistemas vitais para protegê-lo contra ataques. Mas isso exigiria muito tempo e dinheiro. Temo que nenhum país possa investir orçamento dessa ordem na proteção à tecnologia de informação.

O único caminho que vejo é criar, como falei, uma organização internacional que controle as armas no ciberespaço. Em um mundo ideal, ela adotaria estruturas semelhantes às de segurança nuclear de que dispomos, mas aplicadas ao ciberespaço.

Deveríamos encarar o uso de armas cibernéticas como ato de agressão internacional e equipará-lo ao terrorismo cibernético. O ideal seria proclamar a internet uma zona desmilitarizada --uma versão cibernética da Antártida. Mas não estou seguro de que o desarmamento seja possível.

A oportunidade já foi perdida, os investimentos foram realizados, as armas foram criadas e a paranoia já existe. Mas os países precisam ao menos chegar a algum acordo sobre regras e controles quanto às armas cibernéticas.

Algumas pessoas disseram que seus alertas sobre o Flame e o terrorismo cibernético são exagerados, acusando-o de possível conflito de interesse. Como o senhor responde a elas?

É justo dizer que sou um pouco paranoico quanto à tecnologia da informação, e não penso muito antes de me pronunciar sobre meu medo de futuras catástrofes na internet ou sobre a cobiça e a degeneração dos vilões cibernéticos --e a imensa ameaça que representam.

Mas basta que você se atenha aos fatos que expus acima. Os incidentes de espionagem industrial e os atos de sabotagem não são fantasias. Diversos países estão criando unidades especiais de guerra cibernética (especialmente os desenvolvidos) e isso não ocorre sem propósito. Devido à minha tendência a falar abertamente, sempre sou acusado de causar medo aos outros. Mas não me incomodo, ainda que as acusações sejam tolas. Vou continuar dizendo o que precisa ser dito --contando às pessoas o que vejo como verdade--, sem me importar com as críticas.

MARCELO NINIO
DE JERUSALÉM
Tradução de PAULO MIGLIACCI.
http://noticias.bol.uol.com.br/internacional/2012/07/29/a-internet-e-um-barril-de-polvora.jhtm


Católicos, que sejam 20%


Análise das conclusões do IBGE sobre a diminuição de católicos

Em 1970, os católicos eram 90% dos brasileiros. Hoje, segundo o IBGE, são 64,6%, ou seja, 26%, uma massa de 37 milhões – uma Argentina de gente –, deixou de ser católica. Ao seu estilo, Nelson Rodrigues preconizava na década de 70 que o Brasil seria, no futuro, o maior país de ex-católicos do mundo.

Para onde partem os católicos? Na sua grande maioria, seguem para as, assim chamadas, religiões evangélicas, principalmente para as de cunho pentecostal e autônomas. No último censo, os protestantes subiram de 15% para 22,2%, dentre estes, estão os tradicionais que ficaram patinando nos 4%.

O espiritismo, que na década de 50 pensou-se que seria a religião do Brasil, estacou em 2%. Os "sem religião" margeiam os 8%, sendo que os 3% restantes estão espalhados nas diversas outras propostas religiosas. Então, basicamente, o funil de saída é para o protestantismo e, daí, parte deles migra para os "sem religião" – o que não quer dizer que se tornam ateus.

Quando estancará o vertedouro de escoamento é uma incógnita, pois vários são os fatores, objetivos e subjetivos interferentes nesse processo, alguns destes relevantes que ouso explicar o movimento.

O primeiro: o "espírito do tempo" que estamos vivenciando, um mundo plural, em que a morte do passado nos revela que tradição não dá mais liga e o individualismo é o senhor da razão. Nesta nova visão de mundo, tem muito pouco valor aquilo em que os antepassados creram e viveram. A experimentação do novo e a curiosidade do desconhecido soam forte em cada um.

Segundo Dr. Flávio Pierucchi, da USP: "Uma sociedade que não precisa mais de Deus para se legitimar, se manter coesa, se governar e dar sentido à vida social, mas que, no âmbito dos indivíduos, consome e paga bem pelos serviços prestados em nome dEle".

A humanidade já viveu uma experiência parecida em meados do século XIX, com a crise Católica da negação do modernismo, acrescida do movimento milenarista e do sucesso da ciência insipiente, que tudo parecia provar e demonstrar. Naquela trajetória, nasceram o Positivismo, o Espiritismo, o Adventismo, os Mórmons, as Testemunhas de Jeová, a Teosofia, o Exército da Salvação e tantas outras religiões. Eram propostas notadamente anticatólicas, porém, inovadoras e muitas dessas permaneceram no tempo.

Paradoxalmente, podemos considerar o movimento religioso evangélico atual fugaz e consonante com a onda consumista. É fragmentado em milhares de denominações que seguem o discurso do pastor fundador e, na maioria das vezes, com uma adaptação racional e funcional do evangelho às necessidades pessoais – uma forma híbrida de autoajuda.

O segundo: foi no Brasil que ocorreu em menor espaço de tempo o êxodo rural – o deslocamento de grandes massas de gente do campo para as cidades. Foram 35 milhões de migrantes que incharam as grandes cidades, principalmente nas periferias. Note-se que foi aí que se deu o maior número de conversões. (Antoniazzi). Assim, no impacto da perda de espaços e de valores que norteavam a família, estes se diluíram, influenciando e transformando as gerações que se seguiram. Nesse cenário decomposto, muitas vezes a escolha da religião é motivada pela ocasião.

O terceiro: a quantidade de propostas e igrejas que concorrem no mercado religioso. O espaço sagrado da Igreja, como o católico o qualifica, altera-se no protestantismo – ali, o sagrado é o coração do homem. O espaço físico pode ser oriundo de um açougue, uma funerária ou outro prédio qualquer.

Nessa facilidade de produzir igrejas e congregações, as ofertas são muitíssimas. Associado aos milhares de pequenos movimentos, há a força das "amplas vitrines", que são as grandes igrejas evangélicas mediáticas, nas quais a maximização dos lucros é a "teologia sonhada". Fazem uso dos mecanismos de mercado como franquias, cartões de crédito, bancos, etc. Dezenas de milhões de reais são investidos, por mês, na TV, que é concessão do Estado, para apresentar-se em horário nobre, com "milagres" de hora marcada e ao vivo.

De modo descarado, ainda segundo Pierucchi, "o discurso proferido dos fieis para com Deus, que sustentou a civilização judaico-cristã e islâmica desde as origens, agora tem sua direção invertida pela nova cristandade que proclama que Deus é fiel, o fiel é Deus. Investimento seguro, vale dizer".

O quarto: e o mais relevante, a falta de testemunho, pelos católicos, é o principal motivo alegado para a saída de muitos. Talvez o homem contemporâneo necessite mais do que pregação. Ele precisa de testemunhos reais e tangíveis.

A Igreja Católica é similar a uma arca. Com suas múltiplas espiritualidades, tem lugar para a heterogeneidade, embora também carregue uma contradição interna na qual não mais que 30% dos que se dizem católicos são habituais frequentadores da igreja. Os outros 70% orbitam em torno dela nas necessidades sociais e nos ritos de passagem como: batismo, casamento e velórios. Estes são os católicos nominais que estão incluídos nos citados 64% do IBGE, alguns deles com aversão à religião, mas, por uma tênue teia do passado, se mantêm ligados à Igreja. Outros frequentam novas propostas religiosas/filosóficas que ainda não constam no questionário do Censo e há uma grande parcela de católicos que está aguardando um "insight" com a Transcendência. Muitas vezes a Igreja não sabe lidar com essa realidade. São os que se dizem "católicos não praticantes". Estes formam o estoque dos futuros ex-católicos. Como dizia D. Eugênio Sales: "O problema da Igreja não são os evangélicos, mas sim os falsos católicos".

Embora os processos históricos muitas vezes tornem-se arrebatadores e incontornáveis, na visão da hierarquia, a Igreja Católica no Brasil tem se preocupado com o êxodo dos seus fieis. Aperfeiçoa a formação dos sacerdotes, enriquece e alegra os ritos, prioriza a caridade, e o que não se pode providenciar humanamente, a Providência Divina assume. Não obstante, essas atitudes não são suficientes para conter o êxodo católico. O "estrago" será tão grande nas hostes católicas que só no distante futuro poder-se-á avaliá-lo - como aconteceu na percepção histórica da reforma luterana, no século XVI.

O monopólio católico de 500 anos está se desmilinguindo e sendo criada, a partir daí, uma nova força política religiosa contrária às tradições católicas. Resultado desse processo, que não é mais embrionário, pode ser observado nas Minas Gerais, de tradição católica. A principal avenida de entrada de Belo Horizonte, Nossa Senhora do Carmo, passou a se chamar Senhora do Carmo. De notar, também, que a Igreja Assembleia de Deus projeta eleger, este ano, 5.600 vereadores em todo o país, além de investir pesadamente em compra de redes de Rádio e TV (Folha de São Paulo, 22/7). Interessante observar que nessa Igreja, até a década de 90, ver televisão e ouvir rádio era considerado pecado. Mudaram a doutrina para não perder o "boom" do crescimento. Quem viver, verá!

Mortos, levantai-vos!, preconizava Dom Sebastião Leme em Olinda no início do século XX quando da parcimônia dos católicos frente ao seu isolamento na República nascente. Hoje, poderíamos repetir o discurso. Levantai-vos para conhecer a Igreja; para integrar-se na comunhão dos santos, de que a Igreja é portadora; não vos constrangeis frente a essa tempestade de ofertas de discursos religiosos eloquentes.

Somos testemunhas de milhares de servidores consagrados, bispos, padres, freiras, leigos que se desgastam em vida, como vela no altar, em prol do outro e da Igreja. Se faltam pastores ou estão assoberbados de trabalho, atendamos o apelo bíblico; "sede-vos mesmos", líderes para evangelizar. Se somos filhos de uma Igreja que é a genitora de todas as outras, porque estaríamos equivocados? Por acaso, colhe-se maçãs de laranjeiras?

No livro "Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental" central de qualquer civilização. Ao longo de dois mil anos, a maneira de o homem ocidental pensar sobre Deus deve-se sem a menor dúvida à Igreja Católica.

Quando perguntaram a G.K Chesterton, escritor inglês, ex-anglicano, porque é que entrou para a Igreja Romana, ele respondeu: Para me libertar dos meus pecados, porque não há outro sistema religioso que ensina as pessoas (se o professam realmente) a libertarem-se dos seus pecados. (Autobiografia, p.280).

O testemunho de Marco Monteiro Grillo, ex-luterano e agora católico convicto: Se uma igreja que remonta a Cristo e aos apóstolos, em que o subjetivismo simplesmente não existe, e onde uma autoridade visível (o magistério) sempre foi e será responsável pela salvaguarda da fé, essa Igreja só pode ser a Igreja Católica Apostólica Romana, essa Igreja que não está sujeita às intempéries da história, nem aos modismos de cada época, nem aos gostos dos fregueses.

Se no futuro os católicos, mesmo sendo 20% da população, forem comprometidos com Cristo e a Igreja dEle, éticos na vida social e em todos os demais sentidos, a Igreja, que são todos, já terá cumprido a sua missão. Os exemplos atraem.

BELO HORIZONTE, sexta-feira, 27 de julho de 2012 (ZENIT.org) - Nem todos futuros são para desejar, porque há muitos futuros para se temer. (Pe Antônio Vieira).
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Por Luiz Eduardo Cantarelli
jornalista – pós-graduado em Ciência da Religião.
Boletim ZENIT, o Mundo visto de Roma

'Monstro de Manhattan' intriga Nova York


A população de Nova York está espantada com um animal encontrado à beira do East River, na ilha de Manhattan. Com o corpo inchado e sem pelos, mandíbula proeminente e dedos humanóides vermelhos, a criatura encontrada morta foi apelidada de "Monstro de Manhattan".
editorial O 'Monstro de Manhattan' fotografado por Denise Ginley

As fotos do animal foram tiradas por Denise Ginley, que fazia uma caminhada pelo local. Apesar das feições estranhas, o bicho se parece com outra criatura, conhecida como "Monstro de Montauk", que surgiu em 2008 na praia de Ditch Plains, noroeste de Nova York.

editorial

Especula-se que se trata de uma imensa ratazana ou de um porco assado – tese defendida pelo Departamento de Parques em Nova York. A fotógrafa amadora, no entanto, refuta a segunda hipótese, pois o animal não tem o casco fendido.

editorial

"Muitas pessoas estavam tirando fotos [do animal] ao mesmo tempo, e todos tinham uma opinião diferente sobre o que era", contou Denise. "Curiosamente, não tinha mal cheiro, talvez por ter estado na água durante muito tempo", afirmou.

editorial


Será a criatura uma versão americana do `chupa-cabras'?

FONTE 

Medida anti-estupro

"Uma punição medieval para uma atitude medieval."


O estupro tornou-se um problema endêmico na África do Sul, então uma técnica da área médica, chamada Sonette Ehlers desenvolveu um produto que imediatamente chamou a atenção nacional. Ehlers nunca se esqueceu de uma vítima de estrupo lhe dizendo, "Se ao menos eu tivesse dentes lá embaixo." Algum tempo depois, um homem chegou ao hospital no qual Ehlers trabalha com uma dor terrível, por conta do zipper que havia fechado sobre seu pênis. Ehlers misturou as duas imagens e desenvolveu um produto chamapo Rapex. O produto parece um tubo, com fisgas dentro. A mulher o coloca como um absorvente interno, através de um aplicador, e qualquer homem que tentar estuprar a mulher irá se rasgar com as fisgas e precisará ir a um hospital para remover o Rapex. Quando os críticos reclamaram que se tratava de uma punição medieval, Ehlers respondeu, "Uma punição medieval para uma atitude medieval."





(¥nsAnuZ via Anon¥mouS )

CHÁ DE GENGIBRE


GENGIBRE - Anti-inflamatório Natural

Durante séculos o Gengibre tem sido usado em toda a Ásia para tratar dores nas articulações, resfriados e até mesmo indigestão.

O Gengibre cru ou cozido pode ser um analgésico eficaz, mesmo para condições inflamatórias como a osteoartrite.

Ele contém 12 compostos diferentes que combate a inflamação.
Um desses compostos baixa os receptores da dor e atua nas terminações nervosas.
Juntos, eles têm quase o mesmo efeito que as drogas anti-inflamatórias, tais como o ibuprofeno e a aspirina, mas sem os efeitos colaterais.

Estimula a circulação sanguínea e alivia dores nas articulações.

Aqui está uma receita de chá de gengibre

* Quatro copos de água;
* Um pedaço de aproximadamente 5 cm de Gengibre descascado e cortado em fatias;
* Limão e mel a gosto. Se preferir, use laranja no lugar do limão. Fica ótimo!

Procedimento:
Ferva a água numa panela com fogo alto.
Assim que começar a fervura adicione as fatias de Gengibre, deixe em fogo baixo, cubra  a panela para que os vapores não saiam e deixe fervendo por aproximadamente 15 minutos.
Basta coar, e adicionar o mel com o limão ou  laranja.
O chá está pronto!

Os pedaços de gengibre podem durar longo tempo fora ou dentro da geladeira.

(2012) Londres proíbe o uso de camisetas de "Che" Guevara


Os espectadores das Olimpíadas de Londres não poderão entrar nos estádios com diversos tipos de itens e até mesmo roupas, informou nesta quarta-feira (11/07) o Locog (o Comitê Organizador das Olímpiadas na sigla em inglês) por meio de uma lista de restrições de duas páginas.
WikiCommons
A aplicação das regras será assegurada por um sistema de segurança que conta com câmeras, aparelhos de raio-X e mais de 23 mil seguranças, incluindo soldados do exército britânico e funcionários da empresa privada G4S.

Objetos e roupas que ostentam declarações políticas ou remetem a outras identificações comerciais que não a dos patrocinadores do evento estão proibidas. Dessa forma, o comitê evita que camisetas estampadas com Che Guevara ou críticas politizadas a empresas financiadoras das Olimpíadas estejam presentes na plateia.

As bandeiras, tão utilizadas nas comemorações de disputas, também foram alvo das restrições do comitê. Flâmulas de países que não estão participando dos jogos também não são permitidas, mas a regra não se aplica às bandeiras individuais da Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte. Mesmo assim, apenas bandeiras com até 1 metro por 2 metros entrarão nos estádios.

Outros itens utilizados para torcer pelas equipes, como vuvuzelas, tambores, apitos e cornetas também foram vetados dos Jogos Olímpicos deste ano.

Assim como nos aeroportos internacionais, líquidos com mais de 100 ml e mochilas com mais de 25 litros de capacidade não poderão entrar. O porte de alimentos também sofreu restrições de modo que os espectadores não poderão trazer ao evento uma “quantidade excessiva de comida”, segundo o documento oficial.


  Se os visitantes desejarem se alimentar, terão que arcar com os elevados custos das cantinas e restaurantes oficiais do evento, onde o almoço sairá por 40 libras, o hot-dog por 6 libras, uma garrafa de água por 1,60 libras e um refrigerante 2,80 libras.
Até os fornecedores oficiais de alimentos sofrerão restrições do comitê. “Por conta de obrigações com nosso financiador, o McDonalds, o Locog instruiu a equipe de catering a não vender batatas fritas no Parque Olímpico a não ser que façam parte do tradicional prato inglês ‘fish and chips’”, explicou em nota a organização do evento.

O McDonalds, um dos maiores financiadores do evento, deve lucrar com as decisões. A empresa estabeleceu sua maior filial do mundo no Parque Olímpico com 1,5 mil lugares disponíveis.

Na segunda-feira (09/07), a Assembleia de Londres, instituição legislativa que analisa as atividades do prefeito da capital britânica, recomendou a exclusão da Coca-Cola e do McDonald's do patrocínio dos Jogos Olímpicos de Londres, que começam em 27 de julho próximo. Para o órgão, as Olimpíadas, evento que recebe os melhores atletas do mundo, não deveriam ser usadas por empresas que fabricam produtos com altos índices calóricos, como refrigerantes e hambúrgueres.


Fonte: Opera Mundi

Google - TV por assinatura e internet banda larga de velocidade exagerada… Vai querer?


Atenção a todos os colegas que seguem o GPS.Pezquiza.com, como anunciamos aqui na semana passada que havia rumores fortes do Google entrando no mercado de tv por assinatura, a coisa tomou corpo e veio até melhor do que se era esperado.

O Google lançou na cidade de Kansas, nos Estados Unidos, um serviço de internet banda larga e tv por assinatura utilizando um infraestrutura própria toda em fibra ótica denominada Google Fiber.


Para assinar o serviço o usuário deve escolher entre três planos, um básico com internet lenta de 5Mbps e upload lento de 1Mbps que vai custar a bagatela de USD 300,00 por um período de sete anos, não é USD 300,00 por mês, é USD 300,00 por todo o período de sete anos de uso, o valor irá custear o serviço de instalação da fibra ótica na região do cliente e também um receptor denominado Google Network Box.

Nesse plano básico a televisão terá apenas alguns canais da região e acesso ao Netflix e Youtube.
Existe também um plano intermediário em que se pagará USD 70,00 mensais para ter a módica velocidade de 1Gbps, isso mesmo, I giga por segundo com upload de… 1 gigabits por segundo… O assinante ainda tem direito a 1TB de espaço no Google Drive.

Já o plano Top vai custar USD 120,00 e o cliente também terá velocidade de 1Gbps, mas receberá também tv por assinatura via fibra ótica com canais top em HD, 2TB de espaço no Google Drive, poderá gravar até oito programas de tv ao mesmo tempo e as gravações ficam armazenadas nas nuvens para acesso quando cliente quiser e de lambuja ainda recebe um celular Nexus 7 de graça que vai servir como controle remoto do set top box do serviço.

Quem vai querer uma tv por assintura com banda larga do Google aqui no Brasil?

Assista ao vídeo sobre o serviço abaixo.

video

sábado, 28 de julho de 2012

13° Salário... é uma farsa??


Lembrando que o 13º no Brasil foi uma inovação de Getúlio Vargas,
o “pai dos pobres” e que nenhum governo depois do dele mexeu nisso.

Porquê? Porque o 13º salário não existe.

O 13º salário é uma das mais escandalosas de todas as mentiras dos donos do poder,
quer se intitulem “capitalistas” ou “socialistas”,
e é justamente aquela que os trabalhadores mais acreditam.
Suponhamos que você ganha R$ 700,00 por mês. Multiplicando-se esse salário por 12 meses, você recebe um total de R$ 8.400,00 por um ano de doze meses.
R$ 700,00 X 12 = R$ 8.400,00

Em Dezembro, o generoso governo manda então pagar-lhe o conhecido 13º salário.
R$ 8.400,00 + 13º salário = R$ 9.100,00
R$ 8.400,00 (Salário anual) + R$ 700,00 (13º salário) =
R$ 9.100,00 (Salário anual mais o 13º salário)

... e o trabalhador vai para casa todo feliz com o governo
que mandou o patrão pagar o 13º.

Façamos agora um rápido cálculo aritmético:

Se o trabalhador recebe R$ 700,00 mês e o mês tem 4 semanas,
significa que ganha por semana R$ 175,00.
R$ 700,00 (Salário mensal) dividido por 4 (semanas do mês) =
R$ 175,00 (Salário semanal)

O ano tem 52 semanas (confira no calendário se tens dúvida!).

Se multiplicarmos R$ 175,00 (Salário semanal) por 52 (número de semanas anuais)
o resultado será R$ 9.100,00.
R$ 175,00 (Salário semanal) X 52 (número de semanas anuais) = R$ 9.100,00
O resultado acima é o mesmo valor do Salário anual mais o 13º salário

Surpresa!!
Onde está, portanto, o 13º Salário?

A resposta é que o governo, que faz as leis,
lhe rouba uma parte do salário durante todo o ano, pela simples razão
de que há meses com 30 dias, outros com 31
e também meses com quatro ou cinco semanas
(ainda assim, apesar de cinco semanas o governo só manda o patrão pagar quatro semanas)
salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31
dias, quatro ou cinco semanas.
No final do ano o generoso governo presenteia o trabalhador com um 13º salário,
cujo dinheiro saiu do próprio bolso do trabalhador.
Se o governo retirar o 13º salário dos trabalhadores da função pública,
o roubo é duplo.
Daí que não existe nenhum 13º salário.
O governo apenas manda o patrão devolver o que sorrateiramente foi tirado
do salário anual.

Conclusão:

Os Trabalhadores recebem o que já trabalharam e não um adicional.

13º NÃO É PRÊMIO, NEM GENTILEZA, NEM CONCESSÃO,

É SIMPLES PAGAMENTO PELO TEMPO TRABALHADO NO ANO!
Os trabalhadores ingleses recebem os ordenados semanalmente!
Mas há sempre uma razão para as coisas e os trabalhadores ingleses,
membros de uma sociedade mais amadurecida e crítica do que a nossa,
não fazem nada por acaso!
Ora bem, este é um exemplo aritmético simples
que não exige altos conhecimentos de Matemática,
mas talvez necessite de conhecimentos médios de desmontagem de retórica enganosa.
Nunca tinha pensando sobre este aspecto. Brilhante, de fato

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Brasil será maior produtor de soja do mundo


Seca se agrava nos EUA e Brasil vai se tornar maior produtor de soja do mundo

Preços da principal commodity agrícola já subiram quase 100% no país, valorizando terras para plantio e praticamente dobrando o custo de produção de aves e suínos

Getty Images
Com o agravamento da seca nos Estados Unidos, nesta semana o preço da saca de 60 quilos de soja superou a casa dos R$ 80 no Porto de Paranaguá, um aumento de quase 100% em relação a julho de 2011
Os produtores brasileiros de soja estão vivendo um momento de euforia com o agravamento daquela que já é considerada a pior seca dos Estados Unidos nos últimos 50 anos. Com as reiteradas previsões o Departamento de Agricultura dos EUA de que a safra 2012/2013 pode registrar uma quebra também histórica, o preço da soja disparou no mercado internacional. No Porto de Paranaguá, por exemplo, a saca de 60 quilos rompeu a barreira dos R$ 80 na quinta-feira, um aumento de quase 100% em relação ao mesmo período do ano passado.
Enquanto nos Estados Unidos já se fala em queda de mais de10% naquela que era esperada a maior safra da história – 87 milhões de toneladas -, no Brasil pouca gente duvida de que o país vai assumir, pela primeira vez, a liderança mundial na produção de soja. Os produtores brasileiros, que se preparam agora para iniciar o plantio estão revendo suas estratégias e fazendo o que no setor se chama de substituição de culturas. Ou seja, deixarão de plantar outras commodities agrícolas, como o algodão, para abrir espaço no campo para a soja.
Outra cultura que também está sendo afetada pela seca americana, onde mais de 1,3 mil condados já decretaram situação de emergência, é o milho. No Brasil os agricultores também estão plantando milho de olho no aumento dos preços internacionais, que tem crescido, mas ainda não acompanham o ritmo acelerado da soja.
Arte iG
Fonte: Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA)
Só no estado do Paraná, a previsão é de que o volume de soja produzido seja 37% maior. "Isso é obviamente substituição de cultura", diz Milton Rego, da Case IH, braço agrícola do Grupo Fiat, e vice-presidente da Anfavea, a associação brasileira dos fabricantes de veículos e máquinas agrícolas.
Com base nessa mudança, que está acontecendo de forma rápida e na mesma proporção que a crise se agrava nos Estados Unidos, o Ministério da Agricultura revisou suas estimativas para a safra 2012/2013, que estava em torno de 77 milhões de toneladas. O governo já trabalha com a expectativa de que sejam colhidas mais de 82 milhões de toneladas de soja no país na safra que começa agora.
Como reflexo direto dessa explosão de demanda e consequentemente, de preço, muitos agricultores estão vendendo sua produção antes mesmo de ela ser plantada. As traders, grandes empresas que comercializam a soja mundialmente, estão optando por pagar pela produção de forma adiantada para se proteger de eventuais aumentos da saca. "Os produtores estão enchendo os bolsos, nunca estiveram tão bem", diz Sávio Pereira, da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura.
Agência Estado
Preço da terra disparou nas principais regiões produtoras do país
Com dinheiro farto no campo, os preços das terras dispararam nas regiões produtoras. Ainda não há um índice homogêneo dessa valorização, principalmente porque há grandes variações de preços em diferentes regiões do país. "Estamos vivendo um bom momento no mercado de soja. Quem consegue rentabilidade, tem capital para investimento", diz Cléber Noronha, analista do Instituto Mato Grossense de Economia Agropecuária. "Mesmo que o solo não seja o mais favorável, ainda assim é muito rentável devido ao elevado preço da commodity", diz Cléber Noronha. O analista explica que com o preço da soja recorde, as terras também se valorizaram. "O valor da terra é indexado ao preço da soja em sacas".
Para Alex Lopes, analista da Scot Consultoria, apesar do otimismo, negócios dificilmente vão ocorrer nesse momento e a valorização das terras ainda é artificial. Segundo ele, o mercado de commodities é muito líquido e o de terras demora entre seis meses e um ano para obter uma valorização real. "A alta nos preços é pontual e é preciso ponderar isso", diz. "Os pedidos de negócio aumentam, mas devido aos altos valores não se concretizam e não viram referência".
Para ele, estados como Maranhão, Piauí e Tocantins têm atraído o interesse de investidores porque possuem preços de terra menores e mão de obra mais barata, mas "o código florestal ainda provoca receio nos produtores e atravanca negócios. As terras mais caras estão no Mato Grosso que é o maior produtor de grãos". Municípios como Sorriso e Lucas do Rio Verde, ambos no Mato Grosso, são os que apresentam os maiores preços. "Em Sorriso, o hectare custa em média R$13 mil", diz Lopes. Já no Piauí, o mesmo hectare pode ser comprado com R$ 4 mil.
Ao mesmo tempo em que as terras começam a se valorizar, o mercado de maquinário agrícola começa também a se aquecer e já começa a acreditar que os maus resultados do primeiro semestre possam ser anulados ao longo do ano. Nos seis primeiros meses de 2012, indústria de máquinas agrícolas registrou queda de 3,9% em relação a 2011. Para a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), haverá uma leve recuperação e serão vendidas, até o final desse ano, 65 mil máquinas, o mesmo desempenho do ano passado. Em algumas regiões, como no Mato Grosso do Sul, a estimativa é de que o aumento nas vendas chegue a 20% nesse segundo semestre.
Carne mais cara
Enquanto agricultores comemoram os preços recordes, avicultores e suinocultores brasileiros já se preparam para enfrentar uma crise também recorde. Como praticamente toda a alimentação desses animais é feita com rações à base de soja e milho, o aumento no preço das commodities reflete-se diretamente no custo de produção.
Getty Images
Pequenos produtores de suínos são os que mais sofrem com a valorização da soja, base da alimentação desses animais
"Cerca de 80% do custo de uma ave ou um porco é gasto em farelo de soja e milho", diz Sávio Pereira, do Ministério da Agricultura. O farelo de soja, por exemplo, subiu 100% em relação ao ano passado. Segundo a Associação Paulista de Avicultura (APA), no setor avícola isso deve gerar uma queda de 15% da produção.
Situação ainda pior será vivida pelos suinocultores. Na avicultura dois meses são suficientes para ajustar o mercado, pois um frango pode ser comercializado em cerca de 40 dias. Um porco, no entanto, exige do produtor no mínimo um ano de confinamento e, além disso, a carne suína já enfrentava excesso de oferta e desvalorização. A alta no preço das rações só tornou o cenário mais preocupante para o setor. "Em estados como Santa Catarina, o governo está pensando em adotar medidas como prorrogação de dívidas, subsídios agrícolas e venda de estoque público de grãos", diz Pereira.


Mayara Teixeira , iG São Paulo
http://economia.ig.com.br/empresas/agronegocio/2012-07-27/seca-se-agrava-nos-eua-e-brasil-vai-se-tornar-maior-produtor-de-soja-do-mundo.html

quarta-feira, 25 de julho de 2012

A Groenlândia está derretendo...


Cientistas da NASA revelam o maior degelo

A imagem divulgada pela NASA Fotografia © Reuters

A imagem divulgada pela NASA

Cerca de 97% da superfície da camada de gelo que cobre a Gronelândia derreteu este mês, o degelo mais vasto de que há registo nos 30 anos de observações de satélite da ilha, alertou a NASA.

A conclusão dos cientistas baseia-se em imagens captadas por três satélites diferentes, segundo as quais o degelo foi particularmente rápido entre os dias 08 e 12 de julho.

Entre esses quatro dias, a área derretida passou de 40% do total da superfície da camada de gelo para 97%, o que significa que a quase totalidade da camada sofreu algum derretimento - desde as extremidades finas próximas da costa até ao centro, com mais de três quilómetros de espessura.

Num comunicado divulgado no site da NASA na terça-feira, os cientistas admitem que a diferença entre as imagens do dia 08 e do dia 12 era tão grande que pensaram haver algum erro.

"Era tão extraordinário que no início questionei o resultado: era mesmo real ou devia-se a um erro dos dados?", diz Son Nghiem, do laboratório de propulsão a jato da NASA em Pasadena.

Os investigadores afirmam que, num verão normal, cerca de metade da superfície da camada de gelo da Gronelândia derrete e, enquanto nos pontos mais elevados a água volta rapidamente a congelar, perto da costa alguma da água é retida pelo gelo e o resto perde-se no oceano.


Mas este ano a extensão do degelo na superfície ou perto dela aumentou dramaticamente, alertam os cientistas, que ainda não determinaram se este descongelamento irá afetar o volume total de perda de gelo e contribuir para a subida do nível do mar.

Este foi o segundo acontecimento invulgar na Gronelândia em poucos dias, depois de um icebergue do tamanho da ilha de Manhattan se ter separado do glaciar de Petermann, mas os cientistas consideram mais grave o degelo.

Lora Koenig, especialista em glaciares no centro Goddard da Nasa, diz que degelos rápidos como este acontecem todos os 150 anos, mas avisou que o derretimento deste ano pode ter vastas implicações.

"Se continuarmos a observar eventos como este nos próximos anos, será preocupante", disse.

As consequências mais imediatas poderão ser o aumento do nível do mar e o aquecimento do Ártico. Os cientistas atribuem um quinto do aumento total do nível do mar - que é de três milímetros por ano - ao derretimento da camada de gelo da Gronelândia.

O climatólogo Thomas Mote, da Universidade da Georgia, admite que este degelo extremo se deva a uma cúpula de calor que cobriu a Gronelândia entre 08 e 16 de julho ou a uma vaga de ar quente particularmente forte.

por Texto da Lusa, publicado por Lina Santos
http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=2685281&seccao=Tecnologia

segunda-feira, 23 de julho de 2012

'Truth Goggles' assusta políticos e jornalistas ao checar notícias em tempo real


Seis meses depois do início dos testes com usuários, o sistema criado por um estudante de 24 anos começou a provocar calafrios entre os candidatos nas eleições norte-americanas de 2012, perplexidade na imprensa e uma enorme curiosidade entre eleitores e consumidores de informações jornalísticas.

Dan Schultz, que faz pós-graduação no Massachusetts Institute of Technology (MIT), anunciou um programa que permite ao leitor de um site noticioso clicar numa declaração de político, empresário ou personalidade publica e receber imediatamente na tela de seu computador o resultado da checagem feita pelo site Politifact, especializado em conferir dados, estatísticas ou fatos mencionados numa noticia.

Quando o projeto Truth Goggles* foi divulgado, em novembro do ano passado, o sistema começou a ser examinado com lupa pelos interessados diretos, especialmente os políticos e a imprensa, porque lidava com a credibilidade pública - setor onde os candidatos, funcionários públicos e a imprensa têm interesses vitais para sua sobrevivência como figuras públicas e como organizações.

Hoje, vários dos problemas iniciais já foram resolvidos graças ao financiamento de fundações como a Knight, que patrocina o trabalho de Schultz desde 2007, quando ele ainda estava no meio de seu curso de graduação em sistemas de informação. Há uma semana, o criador do Truth Goggles abriu o código fonte do programa para permitir que outros pesquisadores e programadores possam acelerar a sua implementação.

O patrulhamento eletrônico dos políticos, empresários, personalidades e jornalistas é um tema complicado porque, além de envolver questões técnicas, mexe também com fatores sociais, comportamentos, crenças e valores. Afinal, credibilidade é um fator transcendental na era da informação, pois é capaz de destruir em minutos reputações construídas durante décadas. Mas é também uma questão não menos crucial no terreno econômico porque, mais do que nunca, os negócios dependem hoje da confiabilidade em dados e estatísticas.

Por enquanto, apenas alguns sites selecionados disponibilizam o acesso ao Truth Goggles porque é necessário compatibilizar o conteúdo publicado e o software desenvolvido por Schultz. Até o momento, o programa acessa apenas uma base de 5.500 fontes de referência para checagem indexadas pelo Politifact. Vale para teste, mas ainda é pouco para uso operacional, já que a demanda por verificação de confiabilidade cresce na mesma proporção do aumento do material publicado na Web, estimado atualmente em cerca de três trilhões de gigabytes.

Há outro problema ainda não resolvido e que mostra a complexidade do tema certificação de credibilidade. O programa não pretende ser o único certificador, pois isto equivaleria a criar um monstro cibernético incompatível com a diversificação de percepções da realidade gerada pela avalancha informativa na internet. Também não pode ser transformado num formatador de opiniões ao assumir o papel de juiz entre notícias mais ou menos verídicas.

Há muitas incógnitas ainda sem solução no contexto do projeto Truth Goggles, mas, apesar de tudo, os principais centros de pesquisa dos Estados Unidos, envolvidos no estudo dos problemas sociais criados pelas inovações tecnológicas, como o Media Lab do MIT, coincidem que Dan Schultz está no caminho certo. Quem desejar acompanhar a evolução do projeto pode acessar o blog pessoal de Schultz ou a página do Nieman Journalism Lab que contém links para matérias anteriores.

***

* Neste link você pode se cadastrar para receber informações sobre o andamento do projeto. Para fazer um test drive clique na pagina http://www.niemanlab.org/2012/07/are-you-sure-thats-true-truth-goggles-tackles-fishy-claims-at-the-moment-of-consumption/ e acione o link da frase click here to activate Truth Goggles.

Por Carlos Castilho
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/posts/view/o_truth_goggles_assusta_politicos_e_jornalistas_ao_checar_veracidade_de_declaracoes_e_noticias_em_te

Nouriel Roubini prevê tragédia econômica para o próximo ano


Mundo de incertezas

O economista Nouriel Roubini, que ficou famoso por ter previsto a crise imobiliária americana, precisou de apenas 140 caracteres do Twitter para descrever a tragédia econômica que, segundo ele, vai acontecer no ano que vem. É a "tempestade perfeita": piora da crise na Europa, pouso forçado da China, recessão nos Estados Unidos, desaceleração adicional nos emergentes e uma guerra no Irã.

Roubini já havia traçado esse cenário soturno no começo do ano, mas poucos prestaram atenção, já que ultimamente ele tem errado mais do que acertado nas suas previsões. Venceu o prazo de validade, por exemplo, dos alertas que ele fez sobre o iminente estouro da bolha do mercado de "commodities" e de uma crise devastadora no mercado de ouro.

Do começo do ano para cá, porém, uma sequência de dados econômicos negativos passou a sustentar pelo menos parte da tese da "tempestade perfeita". As economias desenvolvidas, que já iam mal, deram novos sinais de debilidade, na Europa e Estados Unidos. A grande surpresa é a desaceleração das grandes economias emergentes, sobretudo China e Brasil, em torno das quais houve uma certa euforia dos mercados nos últimos anos.

Roubini não está sozinho na suas previsões catastróficas sobre os emergentes. Um dos que têm feito alertas ao longo dos últimos anos é Jim Chanos, fundador do fundo de hedge Kynikos Associates, cujo negócio é ganhar dinheiro apostando na queda do preços de ativos. Ele virou uma legenda em Wall Street depois de prever a falência da empresa de energia Enron. Sua aposta agora é que a China vai quebrar e, com ela, arrastará empresas brasileiras que exportam matérias-primas.

O cenário de catástrofe na China não é descartado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). No seu relatório Panorama Econômico Mundial, divulgado nesta semana, o Fundo alertou para o risco de um pouso forçado da China no médio prazo, se o investimento desacelerar de forma mais acentuada devido ao excesso de capacidade instalada em vários setores da economia. Mas, para o FMI, esse é um "tail risk", expressão que, no jargão dos economistas, significa um evento que tem poucas chances de acontecer, embora não possa ser completamente descartado. O cenário central com que o FMI trabalha, não muito diferente do que preveem vários outros economistas, é que a China vai crescer 8% neste ano e 8,5% no próximo.

O financista Jim Chanos, de prestígio em Wall Street, acha que a China vai quebrar e arrastará para o desastre empresas brasileiras

"A pior hipótese para este ano é a China crescer 7% ou 7,5%", afirma Will Landers, gestor de fundos de investimento na América Latina da BlackRock, administradora de recursos de terceiros de Nova York. "A maioria dos países do mundo adoraria enfrentar uma crise econômica com um crescimento de 7%."

Há pelo menos uma década se fala sobre o risco de pouso forçado na China. O grande fantasma agora é o suposto esgotamento de seu modelo de desenvolvimento, baseado, sobretudo, em exportações e investimentos. Os chineses têm menos fregueses no exterior para vender seus produtos, com o agravamento da crise econômica na Europa e nos Estados Unidos. Imagina-se que as empresas e o governo vão desacelerar os investimentos, depois de criar uma capacidade instalada muito grande, com produtividade decrescente. O consumo interno não é forte o suficiente para assumir o papel de motor do crescimento, numa sociedade em que as famílias poupam cerca de metade de sua renda. O receio é que uma desaceleração econômica mais forte faça cair o castelo de cartas criado pelo excesso de crédito e uma bolha no mercado imobiliário.

A desaceleração na China já é uma realidade. Sua expansão foi de 7,8% no primeiro semestre, bem menor que os 9,6% do mesmo período de 2011. Em parte, essa desaceleração reflete menos investimentos e menos exportações, corroborando o cenário de quem acha que haverá um pouso forçado mais adiante. Mas parte importante do esfriamento, aponta o FMI, reflete uma ação deliberada das autoridades chinesas no ano anterior, para conter a economia e lidar com as dores do superaquecimento, como pressões inflacionárias, "boom" de crédito e formação de bolhas no mercado imobiliário.

Do mesmo jeito que esfriou a economia, agora o governo procura reanimá-la. "A China deixou claro que vai estimular a sua economia de várias formas", disse o economista-chefe do FMI, Olivier Blanchard, em entrevista para divulgação do Panorama Econômico Mundial. "Eles indicaram que vão expandir o investimento público, e já começaram a relaxar a política monetária."

Paulo Vieira da Cunha, ex-diretor de assuntos internacionais do Banco Central do Brasil e, hoje, sócio e chefe de pesquisas de mercados emergentes da Tandem Global Partners, de Nova York, passou recentemente duas semanas na China examinando a situação econômica do país. "Não me preocuparia com uma queda abrupta da economia", afirma. Não é a primeira vez que os chineses se deparam com uma queda indesejada de sua economia e, desta vez, querem fazer melhor para reanimá-la", afirma Vieira da Cunha. Em 2008, quando a quebra do banco Lehman Brothers desencadeou uma crise mundial, a China anunciou um pacote de estímulo equivalente a quase 20% de seu produto interno bruto (PIB). A estratégia foi eficaz para, rapidamente, se retomar o crescimento, mas alimentou alguns desequilíbrios e vulnerabilidades. Colocou lenha na bolha especulativa do mercado imobiliário e levou ao excesso de investimento em infraestrutura. O legado desse pacote de estímulo foi uma concentração de renda nas empresas, por meio do aumento dos lucros, indo na contramão do objetivo de ampliar a renda das famílias para o consumo.

Agora, a estratégia chinesa, afirma Vieira da Cunha, é atuar mais pelos chamados mecanismos de preço, como redução da taxa de juros. Em tese, haverá menos desquilíbrios. Mas talvez não funcione tão bem para estimular a economia quanto o pacote fiscal de 2008. "Se as autoridades chinesas virem que não está funcionando, podem corrigir o rumo e repetir a receita que deu certo."

Robert Wood, economista baseado em Nova York da Economist Intelligence Unit (EIU), também acredita que a China será capaz de chegar a um crescimento na casa dos 8% neste ano. "Sim, há uma desaceração no crescimento da China, mas é uma desaceleração induzida por medidas de política econômica." O cenário, reconhece, não está isento de riscos. A China está passando por uma transição no comando do poder político e, nesse ambiente, poderá ser maior a tentação para repetir uma dose de estímulo econômico similar à de 2008, caso a receita atual não dê certo.

O FMI chama a atenção para o risco de uma crise financeira causada por excesso de crédito, no Brasil, na China e na Índia

Para o FMI, o Brasil também passa por uma desaceleração econômica deliberada, a exemplo do que ocorre com a China. As autoridades brasileiras adotaram uma série de medidas a partir de fins de 2010 para esfriar um crescimento que, naquele ano, chegou a 7,5%. O objetivo foi combater sinais preocupantes de superaquecimento, aceleração inflacionária, ritmo insustentável de expansão de crédito bancário e supervalorização de imóveis. A receita incluiu regras regulatórias para conter o crédito, juros mais altos, controles no ingresso de capitais e aperto fiscal.

A economia brasileira começou a exibir sinais mais claros de desaceleração no segundo semestre de 2011, justamente quando foi atingida por choques externos, causados pela piora da crise na Europa e turbulências nos Estados Unidos ligadas ao impasse político sobre o aumento do teto da dívida pública. Preocupado com a dose excessiva de desaceleração, o Banco Central mudou o sinal da política monetária ainda em 2011, cortando os juros para estimular a economia.

Na época, o mercado financeiro não estava muito seguro de que as batalhas contra o superaquecimento e a inflação alta tinham sido realmente vencidas. O Banco Central foi, por isso, alvo de duras críticas. "Talvez tenha sido um pouco de sorte, talvez eles de fato sabiam mais do que o mercado", afirma Landers, do BlackRock. "Mas todo mundo agora tem que dar o braço a torcer porque o Banco Central fez a coisa certa."

Com a mais recente rodada de cortes, os juros no Brasil chegaram a 8% ao ano, o menor percentual da história, e muita gente aposta que a taxa cairá para 7% ao ano, ou menos, nos próximos meses. Até agora, porém, os juros não tiveram os efeitos desejados para estimular a economia. Em tese, já deveria ter melhorado um pouco, já que relaxamentos monetários geralmente levam cerca de seis a nove meses para chegar à atividade.

Os economistas passaram a se perguntar se havia algo errado. "Houve alguns questionamentos sobre a eficácia dos mecanismos de transmissão do relaxamento monetário", disse Thomas Helbling, consultor do departamento de pesquisa econômica do FMI, na entrevista de divulgação do Panorama Econômico Global.
Nouriel Roubini descreve a "tempestade perfeita" em 2013: piora da crise na Europa, pouso forçado da China, recessão nos EUA, desaceleração nos emergentes e guerra no Irã

A questão é se o corte de juros não chegava à economia porque uma das suas artérias de transmissão estava meio entupida - o chamado canal de crédito. Juros mais baixos, em tese, devem baratear o crédito, estimulando mais famílias e empresas a tomarem empréstimos. Mais crédito, por sua vez, deve ajudar a ampliar o consumo e o investimento, movendo a produção e bens e outras engrenagens da economia.

O problema é que, depois de o volume de empréstimos ter duplicado em menos de uma década, as famílias ficaram muito endividadas, e isso levou ao aumento da inadimplência. Numa situação dessas, há menos gente disposta a tomar empréstimos, e os bancos ficam mais relutantes para conceder empréstimos.

Os bancos vêm limpando suas carteiras de crédito, e agora é uma questão em aberto se esse canal de transmissão da política monetária já foi restabelecido. O FMI acha que foi, sim, em boa medida. "A maior parte desse problema já está sob controle", disse Helbling. "Os bancos já se ajustaram, e por isso o relaxamento monetário deve estar ganhando força." Paralelamente, outras forças podem mover a economia, como o corte de impostos sobre carros, a aceleração dos investimentos públicos e a desvalorização do real ocorrida nos últimos meses, que tende a puxar as exportações.

No cenário traçado pelo FMI, a economia brasileira já estará crescendo a uma velocidade de 4% no último trimestre. No conjunto de 2012, o PIB terá crescido apenas 2,5%, porque a expansão nos trimestres anteriores foi mais fraca. Para 2013, a aposta do Fundo é um crescimento de 4,6%. O mercado financeiro vê uma trajetória mais ou menos parecida, embora com magnitudes diferentes - crescimento de 1,9% em 2012 e de 4,1% em 2013.

E se os estímulos não funcionarem? O FMI, no seu Panorama Econômico Global, chama a atenção para o risco de uma crise financeira causada pelo excesso de crédito dos últimos anos, não só no Brasil, mas na China e na Índia. O cenário do desastre é uma desaceleração econômica que leve a um aumento mais forte da inadimplência.

Há pelo menos três anos o Fundo vem fazendo alertas genéricos, aqui e ali, sobre possíveis vulnerabilidades dos mercados de crédito e imobiliário brasileiros, mas ainda não conseguiu descrever uma narrativa coerente com começo, meio e fim para mostrar o risco. Em parte, com os alertas, o Fundo está exercendo seu dever de ofício. O organismo, nos últimos anos, passou a ficar sob maior pressão para apontar com antecedência os principais riscos para a economia mundial, depois que falhou ao não antever a crise do mercado imobiliário americano.

Em muitos aspectos, os riscos no Brasil são uma incógnita para o Fundo. O crédito cresce muito rápido, e isso preocupa. Mas, em seus relatórios de avaliação da estabilidade financeira do país, tem afirmado que os bancos são bem capitalizados e a supervisão bancária, bastante rigorosa. Há sinais de supervalorização imobiliária, mas o aumento dos preços de imóveis não é sustentado por crédito bancário. Bolhas de preço de ativos, por si sós, podem causar problemas, como ocorreu com a Nasdaq há cerca de uma década. Mas as dores são muito menores se não se alastram para o sistema financeiro, da forma como ocorreu na crise imobiliária americana.

"A questão no Brasil é menos o risco de uma crise e mais o risco de uma trajetória de crescimento mais baixo", afirma Wood, da EIU, ecoando receio expressado por vários economistas. A teoria é que, nos últimos anos, o Brasil cresceu num ritmo mais acelerado porque surfou numa onda favorável, criada, entre outros fatores, pelos altos preços de matérias-primas exportadas e pelo ciclo de expansão de crédito. Nesse período, deixou de fazer as reformas necessárias, como também não cuidou de aumentar a produtividade e do investimento. Mais recentemente, piorou as coisas com uma política econômica do tipo "stop and go", alternando superaquecimento e expansão medíocre. A indústria manufatureira encolheu, diante da alta dos custos de mão de obra, e o setor de "commodities" investiu demais, acreditando num ciclo favorável de preços infinito.

"O problema é que o apetite global por commodities está começando a cair", escreveu o economista-chefe para países emergentes do banco Morgan Stanley, Ruchir Sharma, num comentado artigo publicado na revista "Foreign Affairs" (ver pág 8). "E, se o Brasil não tomar as medidas para diversificar e impulsionar seu crescimento, em breve vai cair junto com as commodities." Num cenário sombrio, o país teria que se contentar em crescer algo como 3% ou 3,5%, em vez de 4,5% ou 5%. Essa é uma teoria a ser testada - e muitos economistas dizem que a prova do pudim será quando o ciclo de estímulo monetário chegar a todo vapor na economia. Se houver inflação alta e crescimento medíocre, a tese terá sido confirmada. Se a economia crescer bem sem acelerar a inflação, vai para a lata do lixo.

Alex Ribeiro | De Washington
http://www.defesanet.com.br/geopolitica/noticia/6889/Mundo-de-incertezas-